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Em Capitólio, Live com artistas acaba em Polícia

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A Polícia Militar e fiscais da Prefeitura de Capitólio, estiverem em uma mansão no condomínio Brisas do Lago, neste sábado (05), onde após denúncias, 300 pessoas estariam em um campo de futebol dentro da residência, participando da Live Resenha dos Brabo 2, que teve a apresentação das duplas João Bosco & Vinícius, Clayton & Romário e Guilherme e Benuto.
De acordo com Andressa Ávila, primeira dama de Capitólio e coordenadora do CMAPAC, o evento descumpria as determinações municipais e estadual com medidas mais restritivas no combate à pandemia de Covid-19.
“Tivemos o apoio de três viaturas e uma van com policias, pois, na residência tinha um forte esquema de segurança. Ao chegarmos lá, eles nos deixaram entrar no local, e no campo de futebol tinha centenas de pessoas que começaram a correr e esconder dentro da residência”, informou a primeira dama, que vem atuando junto ao combate à Covid-19 no município.
Foram realizadas todas as notificações e lavrado o BO n⁰ 268, que é sobre disseminação de doenças contagiosas.
“Fomos informados que o Luizão tem sócios e ele não estava ciente dessa live na casa dele. É uma casa muito grande e com campo de futebol. Na última sexta-feira (04), aconteceu uma resenha no mesmo local, e fomos lá notificar e vistoriar. Ontem, aconteceu a live aí fomos com a polícia e notificamos a casa, a live, e as lanchas que estavam no píer. A PM também registrou o BO”, informou Andressa.
Para que as pessoas pudessem assitir a live pessoalmente, eles exigiram teste da Covid-19, porém, está proibido qualquer tipo de evento, ainda mais com 300 pessoas, de acordo com o Minas Consciente.
Credito Zé Vicente.
#live capitolio #policia #gmais
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ALPINÓPOLIS E REGIÃO

Polícia Civil recupera parte de carga de café desviada para comerciantes da região

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Na manhã de hoje, uma operação da Polícia Civil resultou na localização e detenção de um homem de 38 anos, conhecido nos meios policiais, responsável pelo desvio de 200 pacotes de café torrado e moído. A carga deveria ter sido entregue na cidade de São Paulo, mas foi ilegalmente desviada e distribuída para diferentes estabelecimentos comerciais.

A ação foi conduzida pelo inspetor Gustavo Vilela e pelo investigador Ronaldo Alcântara, que localizaram o suspeito e iniciaram as diligências para recuperar o produto subtraído. Até o momento, 87 pacotes foram recuperados em diversos municípios da região.

Em Passos, 37 pacotes foram encontrados em uma mercearia. Já em São Sebastião do Paraíso, o inspetor Douglas Morais localizou 35 pacotes em um restaurante. Além disso, na cidade de Aceburgo, o investigador Ivan, de Monte Santo de Minas, apreendeu 15 pacotes que estavam em uma lanchonete.

A polícia também identificou que parte da carga foi vendida para um estabelecimento comercial em Mogi Guaçu. A Polícia Civil local foi acionada e dará continuidade às investigações para recuperar o restante do produto e responsabilizar os envolvidos na receptação.

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A Polícia Civil alerta que comprar, possuir ou revender produtos de origem ilícita configura crime de receptação, conforme o artigo 180 do Código Penal. A pena para esse delito pode variar de um a quatro anos de reclusão, além de multa. Se houver a comprovação de que o comerciante tinha ciência da origem criminosa da mercadoria, a pena pode ser ainda mais severa.

Esse caso reforça a importância da segurança no transporte de cargas, especialmente para produtores e distribuidores do setor agropecuário. O desvio de mercadorias impacta diretamente a economia e os negócios locais, exigindo ações coordenadas para combater esse tipo de crime e garantir a integridade das cadeias produtivas.

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