Minas Gerais

Governador discute, em Brasília, repactuação do acordo de Mariana

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O governador Romeu Zema e secretários do Governo de Minas se reuniram, na tarde desta quarta-feira (16/2), em Brasília, com representantes da União, do Governo do Espírito Santo, Ministério Público e do Poder Judiciário para discutirem a repactuação do acordo do Rio Doce, em virtude do rompimento da barragem de Fundão, da empresa Samarco, em Mariana, em 2015. A tragédia causou a morte de 19 pessoas e danos ambientais e socioeconômicos de grandes proporções.

O objetivo da repactuação do acordo, segundo o governador, é dar celeridade no processo de reparação e recuperação da região atingida, tanto em Minas Gerais quanto no Espírito Santo. Zema destacou que o acordo não busca distribuir recursos para os estados e a União, mas sim obrigações, com investimentos no saneamento, no meio ambiente e em demais áreas que levem benefícios diretos aos cidadãos.

“Nos reunimos aqui em Brasília para darmos sequência no processo de renegociação do acordo de Mariana. Esta união entre os Poderes, os estados de Minas Gerais, do Espírito Santo e a União tem sido muito importante para avançarmos nas tratativas para que a gente garanta a efetiva reparação dos danos às pessoas e aos municípios afetados pela tragédia, que já completou seis anos e ainda não observamos muitas ações concretas”, afirmou Zema.

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Segundo o governador, o acordo realizado pelo Governo de Minas e pelo Poder Público em relação à tragédia de Brumadinho é um exemplo a ser adotado no caso de Mariana.  Ele lembrou que, após seis anos da tragédia em Mariana, poucos avanços foram realizados, enquanto os moradores e os municípios ainda sofrem as consequências do rompimento da barragem.

“Completamos recentemente um ano da celebração do acordo da tragédia de Brumadinho. Ele se tornou um acordo modelo e referência para todos nós pela agilidade e efetividade nas ações, e é este modelo que queremos trazer para o caso de Mariana”, finalizou o governador.

União

Também participaram da reunião o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira; o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite; o advogado-geral da União, Bruno Bianco Leal; o secretário executivo da Casa Civil; Jônathas de Castro; o procurador-geral federal, Miguel Cabrera Kauam; o defensor-público geral federal, Daniel de Macedo Pereira; e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho.

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Pelo Governo de Minas, participaram o secretário-geral, Mateus Simões; a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto; o advogado-geral do Estado, Sério Pessoa; e o secretário adjunto de Planejamento e Gestão, Luís Otávio Milagres de Assis. Também participaram o procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais, Jarbas Soares, e o defensor-público geral de Minas Gerais, Gério Patrocínio.

Já pelo Governo do Espírito Santo participaram o governador Renato Casagrande, secretários de Estado e demais representantes do Poder Judiciário no estado.

Histórico

O processo da busca pela repactuação do acordo de Mariana teve início em junho de 2021, após a assinatura da Carta de Premissas entre os governos de Minas Gerais, Espírito Santo e a União, junto às instituições de Justiça. Ele foi iniciado devido à experiência bem-sucedida no termo firmado após a tragédia de Brumadinho e aos baixos resultados de reparação nos últimos seis anos no desastre de Mariana.

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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