Minas Gerais

Municípios interessados em sediar produções de cinema devem se inscrever na 1ª fase da Minas Film até 28/2

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Araçuaí, Cataguases, Poços de Caldas, São Lourenço e Uberlândia são algumas das 158 cidades de todas as regiões de Minas Gerais que já se cadastraram para integrar a Minas Film Commission (MFC). 

O programa de incentivo e promoção do audiovisual, reestruturado pelo Governo de Minas por meio da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), vai apoiar as produções audiovisuais realizadas no estado e o consolidar como um importante destino de filmagem.

Um dos motes do projeto, a  “comissão fílmica” é um conjunto de ações dedicadas a atrair e incentivar a realização de produções audiovisuais no local de atuação. Quando se fala em uma comissão fílmica estadual, o desafio é ainda maior. É necessário preparar cada município para desenvolver práticas e estratégias que atraiam e profissionalizem o setor audiovisual local. 

Por isso, uma das ações da Minas Film Commission é focar na capacitação dos gestores municipais para que eles desenvolvam políticas públicas na área e criem suas próprias film commissions locais, gerando assim alternativas de emprego e renda para trabalhadores e profissionais, direta ou indiretamente, envolvidos na atividade audiovisual, ampliando o turismo e impactando positivamente a economia. 

Incentivo

No final do ano passado, o programa realizou chamamento para municípios interessados em integrar a Minas Film Commission e, em menos de dois meses, 158 gestores se cadastraram. O cadastro será em fluxo contínuo, por meio de formulário digital disponível neste link. Mas, os inscritos até 28/2 entram uma primeira consolidação de dados e, na sequência, serão chamados para a capacitação. 

“A forte adesão dos municípios ao cadastro comprova como o interior deseja se capacitar e atrair novos investimentos. Essa ação, que envolve inúmeros parceiros, integra o Plano Descentra Cultura, que inclui outras iniciativas de descentralização e estímulo ao acesso a editais. Exemplo é o Fundo Estadual de Cultura, fruto da diretriz do Plano Estadual de Cultura, que teve número recorde de inscrições no último ano, com mais de 1,5 mil projetos”, destaca o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira.

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O secretário também lembra ações recentes da Secult e da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) para o audiovisual e reforça a importância desse setor para o desenvolvimento local: “Pela EMC, foram investidos R$ 312 milhões em digitalização de canais de TV da Rede Minas; lançamos o Programa Gerais+Minas, que já visitou 49 cidades mineiras e  prevê chegar a mais 250; a nova grade de programação da TV pública foi lançada; a parceria com o programa Digitaliza Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação; e a parceria com a TV Diversa, de Juiz Fora. O audiovisual é, na Cultura, a cadeia produtiva que mais gera emprego e renda e movimenta a economia criativa, por que ele fomenta diferentes frentes como o turismo, o desenvolvimento local e dá visibilidade às paisagens naturais e culturais de uma região”, diz Oliveira.

Facilitadores 

Até o balanço atual, a maior parte das cidades cadastradas encontra-se na Região Sul e Sudoeste de Minas, com 32% das inscrições, seguido da região da Zona da Mata, com 14,6% e região Central, com 9,6%. 

Grande parte dos municípios registrados integra alguma Instância de Governança Regional (IGR), sendo a maioria (10,3%) da Associação do Circuito Turístico Pedras Preciosas, seguido da Associação do Circuito Turístico Trilha dos Inconfidentes, com 8,2%. 

Os fundos municipais de Incentivo à Cultura e ao Turismo também facilitam na estruturação e fortalecimento das políticas públicas locais para o audiovisual. Dos 155 cadastros, mais de 85%, ou 132 gestores responderam que seus municípios possuem um desses fundos.

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Outras ações 

Além das capacitações regionais, também integram a Minas Film Commission ações como o Selo Cidade Amiga do Audiovisual, lançado em Nova Lima há dois meses, e a reestruturação do site da MFC, já atualizado e disponível em www.minasfilmcommission.emc.mg.gov.br.

“Essas iniciativas fortalecem uma rede de atuação entre instituições e órgãos públicos a fim de facilitar a produção audiovisual no território estadual”, destaca Sérgio Rodrigo Reis, presidente da EMC. 

Ele complementa: “hoje, todo mundo tem o audiovisual na palma da mão. Isso virou um mecanismo importantíssimo de promoção dos destinos. Só que poucos locais têm sido palco dessas produções cinematográficas, audiovisuais e televisivas, por que eles não se preparam para receber, para dar as condições para que os realizadores filmem e realizem produções. Nossa meta é fazer com que essas cidades se preparem e se tornem atrativas para essas produções”, ressalta Sérgio.

Capacitação

A primeira fase da integração da Minas Film Commission (MFC) com os municípios consiste no cadastramento dos gestores interessados em fazer parte do programa. Para isso, é preciso preencher o formulário de inscrição até o dia 28/2 neste link

Após esse prazo será feito um diagnóstico e o contato com os gestores para uma primeira capacitação no audiovisual. O cadastro é gratuito e segue aberto de forma contínua. Mais informações em www.minasfilmcommission.emc.mg.gov.br.
 

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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