Minas Gerais

Unimontes lança o projeto “Clio no Museu” para divulgar as produções científicas em História

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Clio, uma das nove musas da Mitologia Grega, considerada a deusa da História e a autêntica proclamadora das Artes e das Ciências, é a inspiração para o novo projeto que o Departamento de História e o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) realizam a partir deste mês, em parceria com o Museu Regional do Norte de Minas (MRNM).

Trata-se do “Clio no Museu”, que tem como proposta dar visibilidade aos resultados das pesquisas e às produções científicas em andamento nos cursos de História no campus-sede e no campus de São Francisco, além do próprio mestrado. A participação é gratuita, com inscrições on-line por este link e entrega de certificado.

“A ideia principal é criar um espaço permanente para que professores, mestrandos e acadêmicos em História possam apresentar à comunidade em geral os seus estudos autorais”, resume a professora Rejane Meireles Amaral Rodrigues, coordenadora do projeto. Doutora em História Social pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), ela explica que as atividades serão sempre às terças feiras, das 14h às 16h, na terceira semana do mês.

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“A proposta é trazer para a linguagem comum os temas históricos e sociais trabalhados nas pesquisas, seja sobre Montes Claros e os demais municípios da abrangência da Unimontes, assim como de outras partes do estado e do país”, acrescenta Rejane, responsável pela disciplina “Trabalho e Conflitos Sociais” no PPGH.

O formato alternará entre palestras, mesas-redondas e encontros, todos presenciais, todos no auditório do museu. Mais adiante, as gravações serão disponibilizadas no canal da Unimontes no Youtube.

Abertura

O evento inicial será em 19/4, com palestra do professor doutor César Henrique de Queiroz Porto, do Departamento de História/Unimontes, sobre o “Paternalismo, Poder Privado e Violência: o campo político norte-mineiro durante a Primeira República”.

O tema foi produzido e organizado pelo pesquisador em livro, publicado em 2016 pela Editora Unimontes. “A preocupação na organização deste livro foi com a busca das raízes do paternalismo, do poder privado e da violência, componentes centrais da política local nos tempos coloniais”, destaca César Porto, na sinopse do livro.

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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