Minas Gerais

Copasa e WRI Brasil iniciam estudo sobre bacias do Alto Velhas e Rio Manso

Publicados

em

A Copasa e a WRI Brasil, instituto de pesquisa que trabalha na promoção da proteção ambiental, de oportunidades econômicas e bem-estar humano, deram a largada, nesta semana, para um estudo sobre as bacias do Alto Velhas e do Rio Manso. O objetivo é identificar problemas ambientais nessas duas bacias que podem ser mitigados com soluções baseadas na natureza e, assim, impactar positivamente os sistemas de abastecimento. 

Como o próprio nome indica, soluções baseadas na natureza são ações verdes, inspiradas nas dinâmicas naturais, como ações de recuperação vegetal e construção de barraginhas, que contribuem para a restauração e conservação do ecossistema. Com duração prevista de 12 meses, o estudo pretende quantificar ganhos potenciais que podem ser obtidos com a realização dessas ações. A expectativa é a de que a pesquisa possa resultar em ações efetivas que se traduzam na qualidade de vida das populações diretamente afetadas.

Segundo Maíra Fares, responsável pelo programa Pró-Mananciais pela Unidade de Serviço de Controle Ambiental, o estudo deve subsidiar a adoção de soluções mais eficazes para os problemas das bacias. “Essas são as principais bacias em termos de abastecimento para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, por isso são territórios estratégicos. Os dados produzidos pelo estudo devem ajudar a direcionar investimentos e proporcionar economia no tratamento de água”, explicou.

Leia Também:  Previsão do tempo para Minas Gerais nesta quarta-feira, 8 de fevereiro

O estudo sobre as bacias do Alto Velhas e do Rio Manso faz parte do programa Cities4Forests, uma iniciativa internacional que incentiva as cidades a conservar e restaurar florestas dentro e fora dos limites urbanos. 

Visita aos sistemas

Para conhecer melhor os problemas locais e discutir possíveis caminhos, foram realizadas nesta semana duas oficinas: no dia 24/5, o evento foi no sistema do Rio Manso e, no dia 25/5, no sistema do Rio das Velhas. Participaram representantes da Copasa, de prefeituras locais, de empresas e de organizações da sociedade civil, como ONGs e sindicatos.

Na avaliação de Maíra Fares, as oficinas permitiram fazer um retrato da realidade de cada uma dessas bacias e engajar atores locais na busca de um território mais sustentável e com segurança hídrica. “Foi um momento de muita troca e muita escuta. As oficinas proporcionaram uma riqueza muita grande de informações e percepções sobre esses dois sistemas”, avalia.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

Publicados

em

O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

Leia Também:  PCMG promove live sobre Setembro Amarelo

Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

Leia Também:  Parque do Palácio abre as portas ao público nesta quarta-feira (27/4)

“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA