Minas Gerais
Orquestra Sinfônica de Minas apresenta concerto especial no Dia dos Namorados

A série Concertos no Parque apresenta, neste domingo (12/6), às 10h, uma programação especial para o Dia dos Namorados. Com regência do maestro assistente André Brant, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) promete um concerto emocionante, trazendo no repertório, entre outros destaques, obras de Tchaikovsky, Villa-Lobos e Rossini. O acesso ao evento promovido pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) é gratuito, mas é necessário realizar cadastro pelo Sympla e apresentar cartão de vacina contra febre amarela e covid-19.
“Teremos algumas peças muito divertidas, que o público de certa forma já escutou a melodia e irá reconhecer. Vamos homenagear o Dia do Namorados com obras que falam essencialmente sobre o amor, como as belas Morte do Amor de Isolda e A Bela Adormecida. Traremos uma grande variedade de obras mais curtas e leves”, afirma o maestro André Brant. Esta é também a primeira vez que o regente assistente assume a batuta da OSMG em um concerto no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em Belo Horizonte.
Introdução
O programa se inicia com a abertura da ópera La Gazza Ladra, do compositor italiano Gioachino Rossini. A obra é conhecida pelo seu dinamismo, marcada pelo ritmo da percussão. “Escolhemos essa obra pois Rossini tem a característica de escrever obras divertidas e muito leves, e essa é uma daquelas que certamente o público já ouviu”, explica Brant.
O maestro também destaca que a segunda obra, Dança do Sabre, tem um grande potencial melódico que o público já reconhecerá nos primeiros compassos. A obra foi composta pelo armênio Aram Khachaturian, em 1942, baseada em uma canção folclórica. É considerada uma das peças mais influentes da música popular do século 20, e foi regravada por vários artistas mundialmente.
Ode ao amor romântico
O grande destaque fica com o trecho do balé A Bela Adormecida, composto pelo russo Piotr Tchaikovsky com base no conto de fadas do escritor francês Charles Perrault. Obra prima clássica, o balé é considerado um dos mais grandiosos já compostos, tendo alcançado a popularidade com ainda mais intensidade ao fazer parte da trilha sonora do filme homônimo estreado pelos estúdios Disney.
O programa prossegue com a brasileira Melodia Sentimental, de Heitor Villa-Lobos. A música é parte integrante da cantata A Floresta do Amazonas, composta inicialmente para o filme de romance Green Mansions (1959), de Mel Ferrer. “Ambas as peças tratam sobre o romance de uma forma muito característica e bonita de se ouvir”, destaca Brant.
Óperas
Outro destaque será a peça final da ópera Tristão e Isolda, grande alegoria para a morte por amor, eternizada pela lenda medieval do celta. Composta pelo alemão Richard Wagner, Tristão e Isolda é considerada uma das óperas mais famosas ao se tratar de amor romântico: nitidamente dramática, sua melodia cria um clima de tensão que traduz tema central, o amor impossível, e o encontro que culmina na morte trágica do casal.
Para finalizar o repertório, a abertura da ópera O Morcego, de Johann Strauss II, traz um clima mais animado à apresentação. “A ideia é fechar o concerto com uma obra mais divertida. A abertura de O Morcego é uma peça muito diversificada, possuindo valsas vienenses em sua composição. Possivelmente o público já a escutou em algum filme ou desenho animado”, conclui Brant.

Concertos no Parque
A série Concertos no Parque é realizada pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) e pela Fundação Clóvis Salgado (FCS), e é correalizada pela APPA – Arte e Cultura. Tem como apresentadora do Programa a Cemig, e como patrocinadores ArcellorMittal, AngloGold Ashanti, Instituto Unimed-BH (incentivo de mais de cinco mil médicos cooperados e colaboradores) e Usiminas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O Instituto Usiminas também apoia a série.
FCS
A Fundação Clóvis Salgado (FCS) é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secult que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e de cultura em transversalidade com o turismo.
Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro constituem alguns dos campos em que são desenvolvidas as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Serraria Souza Pinto, espaços geridos pela FCS. A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia. de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart).
Em 2020, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, como espaço de todos e para todos, em sua missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura.
Serviço
Concertos no Parque
Data: 12/6/2022 (domingo)
Horário: 10h
Local: Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, número 1.377 – Centro – Belo Horizonte/MG)


ARTIGOS
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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
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