Minas Gerais
Educação abre segunda chamada de convocação do processo seletivo para contratação de psicólogos e assistentes sociais
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) divulgou a segunda chamada de convocação de candidatos selecionados no Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação de psicólogos e assistentes sociais que irão atuar na rede estadual de ensino. Os candidatos convocados terão até o dia 30/6 para realizarem a conferência de documentos, emissão e assinatura do contrato junto à sede das Superintendências Regionais de Ensino (SREs) de sua região. A segunda convocação foi publicada em 21/6, no site da Educação.
O superintendente de Desenvolvimento e Avaliação da SEE/MG, Paulo Henrique Rodrigues, explica que caso o profissional selecionado não compareça à sede da SRE para a qual foi convocado no período correto perderá a vaga. “Os convocados têm sete dias úteis, após a data da publicação da segunda chamada, para assinarem os respectivos contratos”, salienta.
A iniciativa é inédita na rede estadual de ensino e representa um importante reforço no trabalho de desenvolvimento educacional dos estudantes e melhoria das relações na comunidade escolar. Ao todo, serão contratados 460 profissionais que serão integrados aos núcleos de acolhimento educacional, distribuídos nas 47 regionais de ensino no estado.
- Confira aqui a lista dos convocados.
Em caso de dúvidas, os profissionais convocados poderão saná-las nas sedes das SREs ou nos e-mails que estão publicados no edital do processo, disponível no site da Educação.
Núcleos de Acolhimento Educacional
Os psicólogos e assistentes sociais atuarão, em duplas, nos Núcleos de Acolhimento Educacional (NAE), que funcionarão em todas as 47 regionais de ensino do Estado. “Se trata de uma política muito importante de apoio às unidades escolares no estado de Minas Gerais. A presença das duplas de psicólogos e assistentes sociais, junto aos demais profissionais da educação, é um passo importante para que a gente possa melhorar o atendimento aos alunos e profissionais neste momento desafiador, pós-pandêmico”, revela o Superintendente de Desenvolvimento e Avaliação da SEE/MG.
O trabalho do psicólogo nos núcleos será o de acompanhar o ambiente escolar e participar do processo pedagógico sem realizar uma atuação clínica. Já o assistente social deverá garantir orientações para a comunidade escolar quanto ao respeito e clareza dos direitos e deveres individuais e coletivos, com foco na melhoria das relações de ensino e aprendizagem.
Os Núcleos de Acolhimento Educacional vão auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de prevenir e minimizar os problemas educacionais, além de orientar a equipe gestora na mediação de conflitos. As SREs serão as responsáveis por organizar a implementação dos núcleos, de acordo com a necessidade de atendimento.
Eles funcionarão em escolas-polo e farão um trabalho itinerante nas escolas da região, atuando de acordo com a demanda. Foram priorizadas as cidades cujas escolas e regionais apresentaram mais registros de situações de violação de direitos dos estudantes na rede estadual de ensino.
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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