Minas Gerais

AmbientAÇÃO promove mobilização por hábitos sustentáveis na Cidade Administrativa 

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Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), por meio da Subsecretaria de Gestão Ambiental e Saneamento (Suges), realizou, nessa terça (25/10), uma mobilização para divulgar o programa AmbientAÇÃO junto aos servidores da Cidade Administrativa de Minas Gerais. A ação faz parte do cumprimento da meta de implantar, até o final deste ano, o programa de gestão e educação ambiental nas secretarias do Governo de Minas

“Retomamos o programa na Cidade Administrativa, mostrando a importância da reciclagem e do consumo consciente. Em 2021, tínhamos o programa implantado em 16 prédios públicos e, agora, já são 47”, observa a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo. O subsecretário de Gestão Ambiental da Semad, Rodrigo Franco, também participou da ação na sede do Executivo estadual. “O Sisema é piloto – já tem o programa implementado – e, nos próximos meses, pretendemos implantar nos outros órgãos”, explica. O objetivo é reforçado pela secretária. “Se dermos o exemplo dentro de casa, as pessoas naturalmente também vão aderir às práticas sustentáveis adotadas por ele”, sinaliza Marília.

Mobilização

Andrea Rosa Martins Fagundes, do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), participou das atividades de mobilização e observou que o órgão onde ela trabalha já tem algumas ações implantadas. Ela, inclusive, já adota algumas iniciativas na vida pessoal como, por exemplo, a reciclagem de lixo. “No meu bairro tem coleta seletiva e eu faço a separação”, destaca. Na Cidade Administrativa, Andrea também tem sua própria xícara, evitando o uso de copos descartáveis, além de usar papéis rascunho para as anotações. 

Outra participante, Fabiana Aparecida Ferreira Dias, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), disse que já conhecia o AmbientAÇÃO e também adota hábitos sustentáveis, observando a disposição correta do lixo na estação de trabalho. “Não usamos copo descartável, tenho minha caneca e em casa sempre separo o lixo por tipo e possibilidade de reciclar”, afirma. 

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O programa

AmbientAÇÃO é um programa que visa formar uma cultura organizacional para incentivar o questionamento crítico e emancipador dos servidores públicos de Minas Gerais sobre a dimensão ambiental de seus impactos no mundo, bem como seu potencial de reduzir esses impactos por meio da apropriação dos conceitos das linhas de ação “consumo consciente” e “gestão de resíduos”. 

Como parte de sua reestruturação, realizada em 2020, o programa também trabalha com uma proposta de capacitação digital a distância e certificação de organizações sustentáveis por meio de um selo de até cinco estrelas nas modalidades  água, energia, materiais, qualidade de vida e resíduos. Público externo Expandir sua atuação é outro objetivo da iniciativa. Para isso, todo o formato de atuação foi reestruturado com uma proposta de capacitação digital a distância e certificação de organizações sustentáveis por meio de um selo de até cinco estrelas. Cada estrela representa uma das modalidades temáticas trabalhadas. A estrutura inclui também o fornecimento de um catálogo de ações para cada modalidade temática, acompanhado de guias práticos orientativos, visando dar autonomia às comissões setoriais para escolha das temáticas e ações que mais se adequem à realidade local. 

O catálogo conta atualmente com 103 sugestões de ações. Entre elas, estão a instalação de torneiras e descargas economizadoras, sensores de presença, fixação de peças gráficas educativas em pontos estratégicos, substituição de copos descartáveis, confecção de blocos de rascunho com papéis usados, feira de trocas de livros e roupas usadas, palestras e oficinas de reaproveitamento de material reciclável, implantação da coleta seletiva e destinação adequada de resíduos. 

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O fluxo do processo funciona em três etapas. Na primeira, a organização parceira assina um termo de cooperação técnica e constitui uma comissão setorial para cada edificação onde o programa será implantado. Anualmente, a comissão setorial cria um plano de ação, informando quais modalidades temáticas irá trabalhar, escolhendo no catálogo as ações a serem executadas e os indicadores a serem medidos e lançados. 

Na terceira etapa, após aprovação do plano de ação pela Comissão Gestora, a comissão setorial compra as ações executadas e os indicadores monitorados ao longo do ano para somar pontos e alcançar a certificação. 

 A comissão setorial também pode criar novas ações, que não estão previstas no catálogo. E se essas ações se destacarem, elas poderão entrar para o catálogo no ano seguinte e serem replicadas por outras organizações.  Indicadores e monitoramento

Com a reformulação do Programa AmbientAÇÃO, o Sistema Integrado de Gestão AmbientAÇÃO (Siga) foi também reestruturado em uma plataforma que vai permitir o cadastro de ações e lançamento de indicadores para monitoramento. O Sistema permite, ainda, a gestão automatizada de todo o processo de certificação e ranking das organizações, com base em seu desempenho. 

 “Esse processo de certificação flexível, com um catálogo cada vez mais amplo, permite estender o atendimento a novos públicos. Assim, no futuro, o AmbientAÇÃO poderá ser implantado também em escolas, municípios, entidades privadas e do terceiro setor”, destaca a diretora de Educação Ambiental e Relações Institucionais da Semad, Ana Cristina da Silveira. 

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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