Minas Gerais
Escolas estaduais participam de capacitação que aposta no diálogo para resolução de conflitos

Quatro escolas da rede estadual de ensino estão participando de um novo módulo de capacitação do Programa Núcleos para Orientação e Solução de Conflitos Escolares (NÓS), visando preparar as equipes dessas unidades a atuar na resolução de conflitos por meio do diálogo, a partir da metodologia da Justiça Restaurativa. A iniciativa é resultado de parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte.
A capacitação é feita com equipes de quatro escolas estaduais de Belo Horizonte: EE Sagrada Família II, pertencente à circunscrição da Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana A; a EE Silviano Brandão, da SRE Metropolitana B; a EE Anita Brina Brandão e a EE Professora Inês Geralda de Oliveira, ambas da Metropolitana C. O módulo supervisão, que abrange 32 horas/aula, é ministrado de forma presencial, por um tutor de Justiça Restaurativa qualificado. Cada uma das escolas conta com a participação de cinco servidores, que irão compor o núcleo do programa de coibição de violência nas respectivas instituições.
Programa NÓS
O Programa NÓS é uma iniciativa desenvolvida em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Prefeitura de Belo Horizonte. Tem como objetivo orientar e capacitar os profissionais que atuam nas instituições de ensino do estado a resolver conflitos por meio do diálogo, a partir da metodologia da Justiça Restaurativa.
O projeto já beneficiou mais de 56.916 alunos das mais de 71 escolas estaduais contempladas e capacitadas, por meio dos núcleos de resolução de conflitos de cada instituição.
Justiça Restaurativa
O programa prevê a participação de todos os atores envolvidos no conflito – agressor, vítima e comunidade – na resolução dos problemas. Basicamente, ele se desenvolve a partir do senso de responsabilidade individual e coletivo do autor do ato danoso e dos demais que contribuíram direta ou indiretamente para que ele acontecesse, com atenção às necessidades dos envolvidos. Além disso, convida todos os envolvidos a contarem suas histórias e percepções sobre o ocorrido, em um ambiente seguro de iguais oportunidades de fala e escuta. Nos procedimentos restaurativos, é fundamental a construção de empatia que permita aos participantes se conectarem com sentimentos e vulnerabilidades uns dos outros.
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), “a Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado”.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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