Polícia
Operação mira grupo suspeito de movimentar R$ 3 milhões com tráfico

Na manhã desta quarta-feira (7/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Idrugs, no município de Ubá, na Zona da Mata mineira, visando desmantelar um grupo suspeito de movimentar R$3 milhões com o tráfico de drogas na cidade. Na ocasião, três suspeitos foram presos, entre eles, dois jovens, ambos de 25 anos, e um homem, de 33, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
Conforme informações do delegado Douglas Mota, durante o cumprimento dos três mandados de prisão e de outros quatro de busca e apreensão, foram arrecadados maconha, cocaína, arma, balanças de precisão, dinheiro, veículos, celulares, entre outros objetos.
Levantamentos realizados por policiais lotados na 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Ubá – unidade pertencente ao 4º Departamento da PCMG-, apontaram que os investigados comercializavam drogas na cidade de Ubá e na região em um esquema de delivery, por meio do “disque-drogas”.
A operação contou com a participação de 22 policiais civis de Ubá, além de policiais das delegacias de Mercês, Rio Pomba, Guarani, Tocantins, Senador Firmino e Visconde do Rio Branco.
Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça.
Investigações
Segundo o delegado Douglas Mota, as apurações iniciaram em abril de 2022 e, após oito meses de investigação qualificada, a PCMG desvendou a dinâmica do tráfico milionário praticado pelo grupo criminoso. “Eles possuíam um terminal telefônico utilizado exclusivamente para recebimento de pedidos, gerenciamento de recebíveis por meio de pagamentos virtuais e agendamentos de entregas de drogas em Ubá e região, semelhante ao que ocorre com um dos principais aplicativos de entrega de alimentos”, explica Douglas.
As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso possuía uma organizada escala de plantão em turnos e realizava as entregas em motocicletas utilizadas exclusivamente para essa finalidade.
“Essa fase da operação Idrugs foi extremamente qualificada, com a demonstração inequívoca da traficância por parte de todos os envolvidos, revelando, de forma clara, a participação de cada um, além da comercialização de mais de 180 mil pinos de cocaína em um período de 14 meses”, destaca o delegado.
As investigações prosseguem, em meio a um inquérito policial contendo mais de 200 páginas.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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