Brasil e Mundo
Bolsonaristas que ofenderam Alckmin e policiais são denunciados no MPF


Nesta sexta-feira (9), o Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra dois homens, identificados como apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que ofenderam o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) e os policiais federais que faziam a segurança da campanha eleitoral. O episódio aconteceu em um hotel em Brasília no dia 23 de novembro.
Alcides Frederico Moraes Werner e Rosemario Queiroz foram acusados do crime de desacato , por terem ofendido um dos policiais federais responsável pela segurança.
Segundo a denúncia Rosemario se aproximou de Alckmin no saguão de um hotel em Brasília e teria dito que o vice-presidente eleito era “uma vergonha”. Os agentes da PF responsáveis pela segurança tentaram afastar o bolsonarista e retirar Alckmin do local. “Rosemario chamou o APF José Veríssimo Filho de ‘vagbundo’ por estar ‘defendendo um ladrão'”, relata a denúncia.
Em seguida, chegou ao local um policial federal aposentado, Alcides Werner, que tentou defender Rosemario e também proferiu ofensas ao agente. Na ocasião, ambos foram detidos e conduzidos à Superintendência da PF.
Nos depoimentos, os acusados recusaram as ofensas. Alcides afirmou que “não proferiu nenhum tipo de ofensa aos policiais presentes”, enquanto Rosemario disse que “não se recorda se chamou algum dos integrantes da equipe de segurança de vagabundo ou algum tipo de ofensa, pois estava cansado e estressado”.
O crime de desacato tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos e multa. Ao apresentar a denúncia, o procurador Peterson de Paula Pereira escreveu que pode ser firmado um acordo de não persecução penal pelos acusados desde que eles confessem os crimes.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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