Minas Gerais
Acordos céleres e eficazes e consultorias jurídicas eficientes marcam gestão da Advocacia-Geral
A população mineira foi a grande beneficiada pelo empenho da Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG) nos últimos quatro anos. O órgão cumpriu bem sua missão de representar o Estado judicialmente e extrajudicialmente e de prestar consultoria e assessoramento jurídicos ao Executivo. O resultado reforçou a instituição como protagonista em diferentes acordos céleres e eficazes homologados pelo Judiciário e que resultaram em ganhos imensuráveis à sociedade em áreas como saúde, educação, segurança pública, meio ambiente, transporte, entre outras.
O primeiro desafio da AGE-MG no período teve início em janeiro de 2019, primeiro mês da atual gestão, quando uma barragem da Vale se rompeu em Córrego do Feijão, distrito de Brumadinho. Poucas horas após o desastre que tirou a vida de 272 pessoas, destruiu grande parte do meio ambiente e afetou a economia mineira, a instituição ajuizou uma ação civil pública requerendo bloqueio na conta bancária da mineradora. O pedido foi deferido.
Em fevereiro de 2021, depois de dezenas de reuniões com a participação de procuradores do Estado, o Judiciário homologou o maior acordo judicial da história da América Latina justamente na ação civil pública ajuizada pela AGE. A empresa se comprometeu a pagar quase R$ 37,7 bilhões para reparar os danos causados à população mineira. A conciliação se tornou um case mundial e o valor vem sendo direcionado para vários projetos e ações em favor da sociedade, como construção de hospitais, estradas, escolas.
O combate à corrupção foi outro foco da Advocacia-Geral. O empenho em recuperar recursos desviados do Estado resultou na assinatura dos primeiros três acordos de leniência da história de Minas Gerais. Ao todo, construtoras que fraudaram obras na Cidade Administrativa e na Cemig, de 2004 a 2011, irão devolver quase R$ 375 milhões ao erário.
Outra cifra importante para o cofre público é a que envolve a redução do valor dos precatórios devidos pelo Estado. Em quatro anos, a Advocacia-Geral negociou dívidas da administração pública direta e indireta, alcançando a maior redução no valor de precatórios da história de Minas Gerais: quase R$ 1,5 bilhão.
A soma dos precatórios devidos pelo Estado no fim de 2018, que era da ordem de R$ 4,5 bilhões, fechou 2022 em aproximadamente R$ 3,1 bilhões. Para 2023, a AGE-MG informou ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), responsável por homologar acordos em precatórios, que o Estado reservou mais R$ 1 bilhão para pagamentos.
O próprio Judiciário foi reparado por acordo construído com a participação da AGE. Em 2021, a instituição assinou compromisso para que os depósitos judiciais sacados em 2015, da ordem de R$ 4,8 bilhões, fossem devolvidos ao Tribunal de Justiça em 72 parcelas que somarão R$ 7,5 bilhões em razão de juros e correção.

Ainda no âmbito do Judiciário, dada a relevância da AGE-MG, a instituição foi convidada a integrar o projeto Destrava Minas, implementado com objetivo de acordos judiciais serem homologados para o retorno de obras paralisadas por decisão da Justiça Estadual. A Advocacia-Geral levantou obras que podem ser retomadas, como hospitais, após conciliação homologada pelo tribunal.
Os acordos judiciais com a digital da AGE-MG beneficiaram a população de todas as regiões de Minas. É o caso do que regularizou, em 2019, os repasses obrigatórios referentes ao ICMS, ao IPVA e ao Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), no valor de R$ 7 bilhões, aos municípios. Deste total, R$ 6 bilhões de débitos deixados pela administração passada, relativos aos anos de 2017 e 2018, e outro R$ 1 bilhão ao repasse que estava em atraso no início de 2019.
Da mesma forma, em 2021, a AGE participou da homologação do acordo que regularizou os repasses obrigatórios e voluntários para o sistema de saúde dos municípios, no total de R$ 6,7 bilhões. O recurso deu fôlego às prefeituras para atender melhor os moradores.
O diálogo com diversos segmentos da sociedade ajudará o Estado a eliminar cerca de 50 mil processos ajuizados por advogados dativos – profissionais nomeados pelo Judiciário para representar a população carente em substituição ao defensor público – que cobram seus honorários do Estado. Para isso, o Governo de Minas reservou a quantia de R$ 48 milhões.
Mas como o melhor remédio é a prevenção, a AGE-MG também reforçou as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos à administração pública direta e à indireta. Diversos pareceres e teses jurídicas foram elaborados para evitar o aumento de demandas judiciais envolvendo o Estado nos tribunais e fóruns.
Esse suporte proporciona segurança jurídica à atuação dos gestores públicos e o atendimento ao interesse coletivo. A atuação do consultivo da AGE junto ao Programa de Concessões de Minas Gerais, por exemplo, envolve mais de R$ 20 bilhões em investimentos. Fazem parte da lista a concessão do Aeroporto da Pampulha, a do terminal rodoviário de BH, a do ginásio do Mineirinho e a dos Parques Estaduais da Rota Lund.
Já entre os projetos rodoviários, com a digital da consultoria da Advocacia-Geral, destaques para o Rodoanel Metropolitano, cujo contrato deverá ser assinado no primeiro bimestre de 2023, e os lotes do Triângulo Mineiro e Sul de Minas, já efetivados.
O advogado-geral do Estado, Sérgio Pessoa de Paula Castro, reforça a importância de se investir no consultivo como prevenção ao contencioso, mas, quando a demanda é judicializada, a melhor alternativa é a conciliação célere e eficaz: “A partir da orientação que assimilei das conversas iniciais que tive com o governador Romeu Zema e com o vice-governador, Paulo Brant, que me solicitaram na direção da AGE, na condição de instituição de Estado de Justiça uma atuação independente, focada na consensualidade em contraponto à litigiosidade. E no exercício do assessoramento jurídico e atuação contenciosa da advocacia pública reforçando permanentemente, a probidade administrativa e o combate à corrupção”.
O esforço da AGE-MG para construir uma sociedade mais justa por meio da advocacia pública terá o reforço de novos procuradores do Estado, em mais um empenho da instituição. Trata-se do concurso público para o preenchimento de 42 vagas, cujas provas começaram no início de dezembro, mais de uma década após o último certame, em 2011.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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