Polícia
PCMG prende idoso suspeito por estupro de vulnerável

Nesta terça-feira (27/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apresentou detalhes da investigação sobre o crime estupro de vulnerável, ocorrido em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O suspeito, de 70 anos, foi preso, na última sexta-feira (23/12), em virtude de mandado de prisão preventiva, ocasião em que também foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa dele. Até o momento, quatro vítimas foram identificadas e um quinto caso é investigado.
A delegada Melina Clemente, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) em Contagem e responsável pela investigação, não descarta a possibilidade de haver outras vítimas. “É importante noticiar esse fato, pela gravidade dele e porque, possivelmente, pode existir outras vítimas que ainda não conseguimos identificar. Então, nosso alerta é que caso alguém esteja assistindo ou nos escute, encoraje-se para ir até a delegacia e fazer essa denúncia”, ressaltou.
Entenda o caso
As investigações iniciaram em julho deste ano, após os pais de uma das vítimas denunciarem o crime. “Os representantes legais de uma das vítimas nos procuraram e relataram que o filho, hoje adolescente, noticiou que teria sido abusado por esse senhor quando tinha 6 ou 7 anos de idade. Hoje, esse adolescente tem 15 anos”, contou Melina.
Com o avanço das investigações, uma adolescente de 17 anos também foi identificada e relatou para a família que tinha sido vítima quando ainda era criança. A delegada destaca que o investigado utilizava da confiança dos familiares das vítimas para cometer os abusos. “Essas vítimas eram vizinhas do suspeito e havia uma relação de muita proximidade e confiança em relação ao homem e à esposa dela. Era uma relação em que uns tinham a chave da casa do outro. A mulher do suspeito era madrinha de uma das vítimas; o casal era padrinho do irmão de uma das vítimas”, revelou Mellina.
De acordo com a delegada, após as duas vítimas serem identificadas, a notícia começou a se espalhar no bairro e surgiram mais duas vítimas, de 5 e 7 anos, sendo que a mãe delas é parente desse casal. “A mãe chamou a atenção pelo fato de que sempre que eles iam até a casa do suspeito, seus filhos adoeciam; adoeciam de ter febre incessante, de ir para o hospital. Então já era uma questão psicológica muito aflorada”, contou.
Relato das vítimas
A delegada ressalta que todas as vítimas apresentaram mudança de comportamento e, após consulta com psicólogos e conversa com os pais, acabaram revelando os abusos sofridos na infância. Os laudos psicológicos apontaram para a ocorrência dos fatos. “Em um dos relatos muito chocante, de uma das vítimas que hoje é adolescente, ela contou que não sabia que era abuso. Ela só foi perceber que aquilo era um abuso quando tinha de 8 para 9 anos. Ela viu uma reportagem na TV e percebeu que aquilo era um abuso”, detalhou Mellina.
As investigações prosseguem e o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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