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STF nega pedido da PGR de buscas no gabinete de Zambelli na Câmara


A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu aval do Supremo Tribunal Federal (STF) para também realizar buscas no gabinete da deputada Carla Zambelli (PL-SP) na Câmara dos Deputados para verificar se algum armamento estava escondido no local.
O ministro do STF Gilmar Mendes, no entanto, barrou as buscas na sede do Legislativo, mas autorizou que dois mandados fossem cumpridos em endereços residenciais ligados a Zambelli, realizados pela Polícia Federal nesta terça-feira (3) . Um dos locais fica em Brasília e outros dois, em São Paulo.
Na ocasião, foram apreendidas três armas .
Ao barrar as buscas no gabinete, o ministro considerou que não havia elementos suficientes para determinar buscas na Câmara dos Deputados, apenas nos endereços residenciais.
A investigação preliminar contra a deputada foi aberta no Supremo apóz Zambelli sacar uma pistola em público em São Paulo, na véspera do segundo turno das eleições .
No fim de outubro, Carla Zambelli discutiu com um apoiador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na rua de um bairro nobre de São Paulo , logo depois, perseguiu o homem com arma em punho e o ameaçou.
Imagens do episódio circulam nas redes sociais.
Mendes havia determinado que a deputada devolvesse as armas dela espontaneamente. Na última semana, Zambelli entregou uma pistola , mas a PF detectou que havia outras armas vinculadas a ela e informou a situação ao STF.
Por isso, o ministro autorizou a ação de hoje.
A pedido da PGR , Gilmar Mendes também suspendeu o porte de armas de Zambelli .
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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