Brasil e Mundo
AGU vai pedir bloqueio de bens de empresas suspeitas de financiar atos


A Advocacia-Geral da União ( AGU ) deve pedir o bloqueio de contas e bens de empresas em vários estados do Brasil suspeitas de financiar os atos terroristas , manifestantes e os acampamentos bolsonaristas na capital federal. Ainda não há um número exato de alvos, no entanto, a contagem já passa de 100. O governo Lula afirmou na segunda (9) que está tentando identificar todos os envolvidos, inclusive, grupos privados que finaciaram ida, estadia e alimentação dos bolsonaristas em Brasília .
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na madrugada desta segunda (9) “a apreensão e o bloqueio de todos os ônibus identificados pela Polícia Federal, que trouxeram os terroristas para o Distrito Federal” . O magistrado ordenou que todos os proprietários dos 87 veículos prestem depoimentos em um prazo de até 48 horas e que apresentem “a relação e identificação de todos os passageiros, dos contratantes do transporte, inclusive apresentando contratos escritos caso existam, meios de pagamento e quaisquer outras informações pertinentes”.
Flávio Dino, o ministro da Justiça, afirmou, mais cedo, que a Polícia Rodoviária Federal havia identificado os responsáveis por financiar o transporte dos golpistas para a capital federal em pelo menos dez estados. Segundo informações do governo do DF, na véspera dos ataques, mais de cem ônibus chegaram à cidade com cerca de 4 mil pessoas. Dino diz que o fretamento dos veículos foram bancados po empresários.
“O que é possível afirmar cabalmente é que havia financiamentos. Temos a relação de todos os contratantes dos ônibus. E essas pessoas serão chamadas porque contrataram os veículos e não eram para excursões turísticas”, disse ele.
O Ministério Público e a Polícia Federal investigam desde novembro de 2022 os possíveis responsáveis pelo finaciamento dos atos antidemocráticos pelo país logo após a eleição do presidente de Lula. Em acampamentos em frentes aos quarteis do Exército, como do de Brasília, por exemplo, bolsonaristas tinham estrutura que contava com: banheiros químicos e alimentação grátis.
Nesta segunda (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou durante uma reunião com governadores no Palácio do Planalto, que o governo está empenhado em encontrar os responsáveis pelos manifestações e ataques golpistas.
Segundo Lula, até o momento, 1500 pessoas foram detidas após os atos terroristas ficarão presas até o fim do inquérito. O chefe do Executivo disse que não vão parar de investigar nas pessoas que estiveram no ato, que, segundo ele, “possivelmente são vítimas, que possivelmente são massa de manobra, que possivelmente receberam ajuda, lanche, comida para vir aqui protestar”.
“Os mandantes certamente não vieram aqui e nós queremos saber quem financiou, queremos saber quem custeou, quem pagou para as pessoas ficarem tanto tempo”, disse.
“Os mandantes certamente não vieram aqui e nós queremos saber quem financiou, queremos saber quem custeou, quem pagou para as pessoas ficarem tanto tempo”, concluiu.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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