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Fapemig apoia desenvolvimento de sensor que monitora nível de combustível com alta precisão

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A alteração das bombas de abastecimento em postos de gasolina, também chamada de “bomba baixa”, é uma atividade ilegal. Quando é praticada, a bomba envia ao carro menos combustível do que está sendo pago – como se, a cada litro pago, um volume menor chegasse ao tanque do carro. O posto lucra e o consumidor sai no prejuízo. 

Pensando no problema, o servidor público do governo de São Paulo, Magno Macedo Quintano, inventor independente apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), desenvolveu o “sensor de nível de combustível anti-oscilante de alta precisão”.

A patente, depositada na base de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), é uma tecnologia inédita, simples e de baixo custo de implementação.

Funcionamento

O sensor de monitoramento de combustível veicular informa o volume real do combustível contido no tanque do veículo, tendo como unidades de medida litros e décimos de litro. Uma vez implementado no carro, não apresenta impacto nas interfaces já existentes do automóvel, além de dispor de elevada resolução de amostragem.

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A ideia do sensor é operar e mostrar, junto à leitura convencional, o monitoramento de alta precisão. Os números são exibidos no painel do veículo, em monitor LCD (Liquid Crystal Display) que faz parte da invenção, possibilitando ao condutor acompanhar o abastecimento do automóvel. Todo o processamento das informações geradas pelo sensor é realizado pelo computador de bordo do veículo.

Combate a fraudes

Quintano conta que se interessou pelo assunto a partir de reportagens sobre o tema. Ele desenvolveu o projeto em casa e, como morava em Minas Gerais na época da invenção, em 2007, procurou a Fapemig em busca de apoio para sua ideia inicial. 

Até hoje, não existe equipamento semelhante no mercado.

Ele combinou de modo inédito duas ou mais boias, processo que revela informações precisas. “O diferencial da minha ideia é a precisão da informação exibida no painel do carro: o sensor acompanha a agitação do tanque de combustível.” Ou seja, se antes os carros tinham que parar em uma superfície plana para a realização da leitura do combustível contido no tanque, com o sensor, a leitura é contínua e precisa, considerando apenas as variações no volume do combustível. Nesse sentido, mesmo com o automóvel em movimento, o sensor opera normalmente.

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Espaço no mercado

Quintano reforça que criou o sensor disposto a inseri-lo no mercado. Apesar das dificuldades e da ampla concorrência, ele vê perspectivas para a iniciativa. “É algo que eu tenho muita convicção de que mais cedo ou mais tarde a patente será transferida. Todo fabricante tem uma carta na manga, voltada para a comodidade e utilidade prática. E o sensor atende a esta demanda”.

Essa solução está disponível na Vitrine Tecnológica da Fapemig. Para acessar, clique aqui.

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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