ESPORTES
Corinthians fica no empate sem gols com a Inter de Limeira
O Corinthians voltou a campo neste último sábado (21), onde enfrentou a equipe da Inter de Limeira, fora de casa, pela terceira rodada do Paulistão Sicredi 2023. Em um jogo extremamente difícil, também pela situação do gramado ruim, o Timão ficou no empate sem gols.
Com o resultado, o Time do Povo somou mais um ponto, ficando com quatro no grupo C da competição, permanecendo na segunda colocação da tabela. A próxima partida ocorre na próxima terça-feira (24), quando enfrenta o Guarani, na Neo Química Arena, às 20h, pela quarta rodada da competição estadual.
Escalação
Para o duelo contra a Inter de Limeira, o técnico Fernando Lázaro escalou o Timão com a seguinte formação: Cássio; Rafael Ramos, Gil, Bruno Méndez e Matheus Bidu; Cantillo, Du Queiroz e Giuliano; Romero, Róger Guedes e Yuri Alberto. Entraram no decorrer da partida: Renato Augusto, Roni, Adson, Fagner e Fábio Santos. Ainda ficaram à disposição no banco de reservas: Carlos Miguel, Caetano, Jr. Moraes, Matheus Araújo, Balbuena, Murillo e Wesley.
Primeiro tempo
O primeiro momento de perigo do jogo foi da equipe adversária, aos quatro minutos, após um chute de fora de Iago Teles, Cássio fez a defesa e ficou com a bola.
Aos 10 minutos, Cássio salvou o Corinthians! Após contra-ataque da equipe de Limeira, Iago Teles apareceu sozinho para finalizar, mas o GIGANTE fez a defesa.
O Timão reagiu aos 12 minutos: Róger Guedes recebeu na área, limpou a jogada e chutou ao gol. A bola foi pra fora levando perigo à meta limeirense.
A partida ficou truncada no meio de campo, porém a equipe de Limeira conseguia mais espaços para chegar com mais perigo. O Timão tinha dificuldade para passar do meio de campo.
O árbitro deu três minutos de acréscimo
Falta para o Corinthians: aos 46 minutos, Róger Guedes cobrou e a bola ficou na barreira.
Fim do primeiro tempo.
Segundo tempo
A segunda etapa começou sem alterações nas duas equipes.
O Corinthians iniciou a etapa final com mais atitude. Aos oito minutos, Róger Guedes pegou a bola de fora da área e finalizou pra fora, levando certo perigo ao gol da equipe adversária.
Aos 11, em cobrança de escanteio feita por Bidu, Gil cabeceou forte e a bola ficou nas mãos do goleiro limeirense.
Aos 22 minutos, Róger Guedes cruzou para Giuliano, que testou em direção ao gol, mas a bola foi pra fora.
Na sequência aconteceram as duas primeiras alterações do Timão: saíram Giuliano e Cantillo e entraram Renato Augusto e Roni.
No minuto 26, Romero recebeu a bola dentro da área e segurado pelo adversário, ele não conseguiu finalizar direito. O atacante pediu pênalti, mas a arbitragem deixou o lance seguir.
Aos 34, mais duas alterações do Time do Povo: saíram Romero e Rafael Ramos e entraram Adson e Fagner.
O Timão mexeu pela última vez no jogo, aos 41 minutos. Saiu Matheus Bidu e entrou Fábio Santos.
O Coringão pressionava a equipe de Limeira para tentar marcar, mas a marcação esteve sempre bem postada, dificultando as investidas do Alvinegro.
O árbitro deu seis minutos de acréscimo.
Uma chegada do Timão com perigo aconteceu aos 48 minutos: o meia recebeu a bola de fora da área e chutou. A bola foi pra fora, passando rente a trave esquerda da meta adversária.
Fim de jogo em Limeira. Com o resultado, o Timão continua na segunda colocação da tabela, com quatro pontos somados.
Próximo jogo
A próxima partida do Time do Povo ocorre na próxima terça-feira (24), onde encara o Guarani, pela quarta rodada do Paulistão Sicredi 2023. O duelo ocorre na Neo Química Arena, às 20h.
Fonte: Agência Esporte
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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