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Atos golpistas: AGU pede bloqueio de bens de 40 pessoas detidas

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Estragos causados por vandalismo no Edifício-sede do STF
Carlos Moura/SCO/STF

Estragos causados por vandalismo no Edifício-sede do STF


A AGU (Advocacia-Geral da União) entrou, nesta terça-feira (24), com uma solicitação de bloqueio de bens de 40 pessoas que estão detidas por conta do envolvimento nos  atos de invasão e depredação de prédios da Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.

A 8ª Vara Federal de Brasília já havia aceitado o pedido da AGU para ampliar para R$ 18,5 milhões o  bloqueio de bens de empresas e pessoas investigadas por financiar os atos antidemocráticos.

O objetivo da ação é fazer com que as pessoas consideradas culpadas pelos danos causados ao patrimônio público possam pagar pela reconstrução da destruição deixada pelos atos terroristas. 


A medida foi elaborada com base em documentos da Polícia Civil do Distrito Federal e da decretação de prisão preventiva, por parte de Alexandre de Moraes,  de ao menos 942 pessoas envolvidas na tentativa de golpe. 

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No pedido,a AGU argumenta que os golpistas que estão detidos preventivamente parcitiparam de ações ilícitas que causaram danos materiais e que representaram uma ameaça ao Estado Democrático de Direito.

A punição às pesssoas físicas deve recair sobre imóveis, veículos e valores encontrados em contas bancárias. Além disso, o órgão federal solicita que o processo corra em segredo de justiça.

Veja antes e depois dos ataques aos Três Poderes em Brasília


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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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