Brasil e Mundo
Atos golpistas: AGU pede bloqueio de bens de 40 pessoas detidas


A AGU (Advocacia-Geral da União) entrou, nesta terça-feira (24), com uma solicitação de bloqueio de bens de 40 pessoas que estão detidas por conta do envolvimento nos atos de invasão e depredação de prédios da Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.
A 8ª Vara Federal de Brasília já havia aceitado o pedido da AGU para ampliar para R$ 18,5 milhões o bloqueio de bens de empresas e pessoas investigadas por financiar os atos antidemocráticos.
O objetivo da ação é fazer com que as pessoas consideradas culpadas pelos danos causados ao patrimônio público possam pagar pela reconstrução da destruição deixada pelos atos terroristas.
A medida foi elaborada com base em documentos da Polícia Civil do Distrito Federal e da decretação de prisão preventiva, por parte de Alexandre de Moraes, de ao menos 942 pessoas envolvidas na tentativa de golpe.
No pedido,a AGU argumenta que os golpistas que estão detidos preventivamente parcitiparam de ações ilícitas que causaram danos materiais e que representaram uma ameaça ao Estado Democrático de Direito.
A punição às pesssoas físicas deve recair sobre imóveis, veículos e valores encontrados em contas bancárias. Além disso, o órgão federal solicita que o processo corra em segredo de justiça.
Veja antes e depois dos ataques aos Três Poderes em Brasília
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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