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PCMG deflagra operação Caedes em Nova Era

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Divulgação/PCMG

Nesta sexta-feira (27/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Cardes, que resultou no cumprimento de oito mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária em Nova Era, região Central do estado. Um quarto indivíduo encontra-se foragido e levantamentos estão sendo realizados a fim de localizá-lo.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, drogas (crack, maconha e cocaína), além de instrumentos utilizados para o fracionamento e comércio de entorpecentes.

A operação teve como objetivo auxiliar nas investigações, conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil em Nova Era, de um duplo homicídio ocorrido na madrugada do dia 1º de janeiro deste ano e na repressão ao tráfico de drogas na cidade.

Na ocasião, quatro indivíduos armados assassinaram a tiros um casal em um bar no bairro Morada dos Heróis. A motivação dos homicídios seria a disputa por pontos de tráfico de drogas, e a ordem para o crime teria partido de dentro do sistema prisional.

Ainda durante a operação, com o apoio de policiais penais lotados em Juiz de Fora, foi localizado um celular na cela onde se encontra preso o provável mandante do crime. Segundo apurado, o aparelho foi provavelmente utilizado pelo indivíduo para dar a ordem aos seus comandados para executar o casal de traficantes rival.

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No decorrer das investigações que antecederam à operação foi apreendida uma submetralhadora de fabricação caseira, que era utilizada por uma das vítimas para ameaçar e intimidar os rivais.

A operação recebeu o nome de Caedes em referência à morte do casal no início do ano, uma vez que a palavra significa “massacre”.

A ação contou com o apoio de policiais civis lotados em João Monlevade e Itabira, do Canil da PCMG, apoio Aéreo da PCMG, Policia Militar e Polícia Penal em Juiz de Fora.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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