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Polícia Civil em Itaúna prende falso biomédico

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante, na última sexta-feira (27/1), em Itaúna, região Centro-Oeste do estado, um homem, de 24 anos, que se apresentava como biomédico para realizar procedimentos estéticos sem formação especializada. A ação resultou na apreensão de documentos, produtos estéticos, seringas, um celular, um notebook, um veículo, além de um diploma e histórico escolar falso.

O delegado responsável pela investigação, Leonardo Moreira Pio, revela que as investigações tiveram início a partir do recebimento de uma denúncia e que a equipe policial presenciou uma vítima saindo da clínica do investigado após receber a aplicação de toxina botulínica. “Questionado, o suspeito se identificou como biomédico e apresentou um certificado e um histórico de formação em Biomedicina. Contudo, constatamos junto à instituição de ensino que os documentos eram falsos”, conta.

Agentes da Vigilância Sanitária do município foram acionados no local e encontraram os produtos utilizados para realização dos procedimentos estéticos. Também foi constatado que o estabelecimento não possuía o alvará sanitário nem o de funcionamento.

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Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia Civil em Itaúna, onde teve a prisão ratificada pelos crimes de exercício ilegal da profissão, estelionato e falsificação de documento, com a concessão de fiança.

As investigações, conduzidas pela equipe da Delegacia de Polícia Civil em Itaúna, prosseguem.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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