Polícia
Operação Truffa: PCMG prende seis por esquema ilegal em Uberlândia

Um grupo suspeito de envolvimento em compras fraudulentas de escoras para uso na construção civil foi surpreendido pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Uberlândia, Triângulo Mineiro, na noite dessa terça-feira (7/2), durante a operação Truffa. Ao todo, seis homens, com idades entre 32 e 65 anos, foram presos em flagrante: quatro autuados por estelionato e associação criminosa, um por receptação qualificada e outro por receptação.
As investigações indicavam que indivíduos estariam utilizando, de forma ilícita, informações de firmas idôneas de Uberlândia para a aquisição de escoras em estabelecimentos paulistas. Assim, com o apoio da Polícia Civil do Estado de São Paulo, a PCMG conseguiu chegar aos suspeitos e desarticular o grupo quando um caminhão, com cerca de 150 escoras, era descarregado em um barracão no bairro Tocantins, na cidade do Triângulo.
“Tal prática vinha trazendo prejuízos não só às empresas paulistas, que efetuaram a venda, mas também às empresas de Uberlândia, que tinham seus dados utilizados de forma fraudulenta para enganar os vendedores, mantendo-os em erro, e daí possibilitar o enriquecimento ilícito dos investigados”, observa o chefe do 9º Departamento da PCMG, Marcos Tadeu de Brito Brandão.
Abordagem
Segundo o delegado, com a operação policial, foi possível levantar que, após a compra, o material foi trazido daquele estado por um caminhão contratado. Chegando a Uberlândia, a carga foi passada para o veículo do suspeito de 65 anos (autuado por receptação) e, depois, para um terceiro caminhão, do investigado de 58 anos (preso por receptação qualificada), que levou o carregamento até o barracão no qual houve a abordagem da PCMG.
No decorrer dos trabalhos, os policiais civis localizaram os demais suspeitos, de 32, 35, 40 e 46 anos (presos por estelionato e associação criminosa), e arrecadaram diversos documentos, equipamentos de informática, 11 celulares e R$ 30 mil em dinheiro, além da apreensão das escoras que estavam sendo descarregadas.
Dos seis investigados, cinco foram encaminhados ao sistema prisional. Apenas o autuado por receptação, conforme previsão legal, foi colocado em liberdade provisória mediante pagamento de fiança.
Truffa
O nome da operação é uma alusão ao delito de estelionato do antigo Código Penal Italiano, o Código Rocco, no qual esse crime, ou fraude, possui o nome de “Truffa” – isso em razão de as últimas vítimas da associação criminosa serem italianas.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
-
CIDADES7 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics