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1ª Vice-Presidência do TJMG e Ejef realizam 2º Encontro de Gestores da Sejud

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A 1ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em parceria com a Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), realizou, nesta segunda-feira (13/2), o 2º Encontro de Gestores da Superintendência Judiciária (Sejud), com o tema “Jurimetria e gestão baseada em dados”. O evento foi realizado no TJMG com 120 participantes, entre magistrados, magistradas, gerentes, coordenadoras e coordenadores de área, escrivãs, escrivães, escreventes da Sejud, servidoras e servidores do tribunal.

O encontro foi uma ação educacional e formativa, com foco em aprofundar competências e habilidades gerenciais dos participantes em relação à análise e desdobramento de metas a partir de dados jurimétricos, sempre em consonância com o planejamento estratégico do Poder Judiciário nacional, sob perspectiva sistêmica, estruturada e participativa.

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Mônica Silveira Vieira, Alberto Vilas Boas e Renato Luís Dresch na mesa de honra (Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG)

A mesa de honra foi formada pelo 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Alberto Vilas Boas; o 2º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e superintendente da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), desembargador Renato Luís Dresch; a juíza auxiliar da 1º Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira Vieira; a assessora chefe da 1º Vice-Presidência do TJMG, Roberta Inácio Maia; a diretora da Secretaria de Padronização e Acompanhamento da Gestão Judiciária (Sepad), Cátia Lalúcia de Rezende e a diretora da Diretoria Executiva de Suporte à Prestação Jurisdicional (Dirsup), Verônica Pereira Silva Machado.

Foram realizadas quatro palestras, ministradas por servidores e colaboradores do TJMG, e um debate ao final para troca de experiências e esclarecimentos de dúvidas sob a condução da juíza Mônica Silveira Vieira. Os temas tratados nas palestras foram “Jurimetria”, “Como os relatórios devem instruir a atuação dos gestores”, “Gestão baseada em dados a partir das ferramentas já disponibilizadas” e “Jurimetria na atuação do CIJMG – Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais”.

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“Os encontros gerenciais são sempre muito importantes para que possamos inserir os servidores dentro de uma proposta de melhoria no exercício da competência gerencial de cada um. E este foi especialmente de grande importância para conhecer os dados numéricos do tribunal e saber utilizá-los no benefício da atividade cartorária ou na unidade administrativa. Não adianta termos um volume muito grande de informações e números e não saber como aplicá-los no dia a dia administrativo”, disse o 1º vice-presidente do TJMG, desembargador Alberto Vilas Boas. 

Para o 2º vice-presidente do TJMG, desembargador Renato Dresch, “é essencial ter dados e informações para uma atuação mais profissional, com mais resultados”. “Este encontro foi muito importante para compreensão de como se situa o Poder Judiciário e as tendências no setor. Essas discussões precisam existir e ser constantes para sabermos o que fizemos, o que estamos fazendo e quais as tendências daqui para a frente”, disse.

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Patrícia Maria Melillo Lima abriu as palestras explicando os conceitos de Jurimetria (Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG)

Principais aspectos da Jurimetria

A servidora da Secretaria de Padronização e Acompanhamento da Gestão Judiciária (Sepad), Patrícia Maria Melillo Lima, abordou o conceito de Jurimetria e suas principais aplicações.

“A Jurimetria é a estatística aplicada ao Direito e faz uma ponte entre o Poder Judiciário e a sociedade para buscar soluções em relação às mais variadas questões. Ela permite, por exemplo, a filtragem de demandas repetitivas, entre muitos outros usos práticos no dia a dia jurisdicional”, afirmou.

A servidora do Gabinete da 1ª Vice-Presidência, Samara Valamiel Pedroso Andrade, falou sobre como os relatórios devem instruir a atuação dos gestores e como eles auxiliam na tomada de decisões. Entre outros tópicos, ela destacou os tipos de classificação de dados que variam entre quantitativos, qualitativos e os quali-quantitativos, e o motivo da análise de dados ser necessária para decisões mais assertivas e também para evitar fraudes.

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A terceira palestra foi dada pela gerente do Centro de Padronização da Prestação Jurisdicional na 2ª Instância (Cepajur), Elaine Batista Costa Souza, com foco nas ferramentas disponibilizadas para gestão como os relatórios gerenciais e os painéis táticos. Ela mostrou a importância dos dados para atuação dos gestores como a identificação de fluxos de trabalho que precisam ser modificados. Já o gerente do Centro de Padronização da Prestação Jurisdicional na 2ª Instância (Cepajur), Mauro Marques, presentou os painéis táticos que disponibilizam dados gerenciais, com atualização diária e aplicação de filtros dinâmicos. 

A última palestra foi apresentada pela colaboradora do Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais (CIJMG) Beatriz Aparecida Moreira Pereira, que mostrou os objetivos e como funciona o CIJMG, e os colaboradores Pedro Henrique Eloy Pereira e Lucas Mateus de Oliveira Duarte, que falaram sobre o uso da Jurimetria.

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A juíza Mônica Silveira Vieira fez uma compilação sobre todos os temas tratados no evento (Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG)

No encerramento do evento, a juíza auxiliar da 1º Vice-Presidência do TJMG, Mônica Silveira Vieira, fez um balanço de todos os conteúdos debatidos e abriu o microfone para esclarecimentos e troca de ideias. “Quando selecionados adequadamente, analisados e transformados em informação, os dados podem e devem instruir a gestão do tribunal nas suas mais diversas áreas, desde o planejamento institucional, até a seleção de pessoas, evolução da estrutura institucional e a gestão adequada de litigância, além do próprio gerenciamento das unidades administrativas”, disse a magistrada.

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Mais de uma centena de pessoas participaram do 2º Encontro de Gestores da Superintendência Judiciária (Sejud) (Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG)

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Fonte: TJMG

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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