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Homem que plantou bomba em Brasília escreveu carta a Bolsonaro

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Homem confessou ter montado um artefato explosivo numa área de acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília
Divulgação/PCDF – 26.12.2022

Homem confessou ter montado um artefato explosivo numa área de acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília

George Washington de Oliveira Souza realizou um ato terrorista no dia 24 de dezembro de 2022. Ele plantou uma bomba para explodir um caminhão-tanque no aeroporto de Brasília . Em seguida, ele foi preso e após a perícia do telefone, foram encontradas cartas para o  ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O conteúdo foi divulgado pelo portal Metrópoles nesta quarta-feira (15). 

homem foi preso junto a um arsenal com das espingardas, um fuzil, dois revólveres, três pistolas, centenas de munições e uniformes camuflados. Foram encontradas outras cinco emulsões explosivas.

Nas cartas, feitas no aplicativo de notas “Samsung Notes”, George Washington escreveu que o ex-presidente Jair Bolsonaro despertou o espírito de não desistir da pátria.

Longe de Minha Família Esposa, Filhos e negócios, mas jamais desistirei de nossa pátria. O sr. despertou esse Espírito em nós, o Sr. sabe muito bem disso! Hoje sinto orgulho da Nossa Bandeira, de Nossa Pátria Amada Brasil.

Peço ao Sr. Presidente ou a qualquer Órgão Militar autorização para permanecer com alguns equipamentos devidamente documentados prontos e em condições de? dentro do camping no QG em Brasília. Jamais, digo jamais para confrontar forças Militares, mas para nos defender (mulheres e crianças), o Sr. Sabe bem de quem temos que nos defender! “, escreveu ele.

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O criminoso também repetiu um dos bordões de Bolsonaro em várias mensagens, como “o povo armado jamais será escravizado” e disse estar se preparando para “cumprir suas funções”.

Em quase todos os Seus Pronunciamentos o Sr. falou “O POVO ARMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVISADO” Só [saio] daqui com a minha família em pé com a Vitória. NÃO ME TIRE ESSA HONRA SR.!

Eu estou preparando. Pronto para cumprir minhas funções da melhor forma possível. Eu estou focado apenas no essencial, alheio a todo resto. So vou tomar decisões pragmáticas. Não vou me permitir pensar em coisas não importantes. Eu não vou depender de ninguém nem de nada, não vou esta sujeito a erros? “, anotou.

Nos textos, ele afirma que estava acampado em frente a quartéis do Exército desde novembro, passando por Pará e Brasília. Bolsonaristas que não aceitaram o resultado das eleições presidenciais ficaram por cerca de 60 dias em frente ao QG do Exército, na capital do país.

George Washington é empresário e tem 54 anos. Em depoimento, ele confessou ter montado um artefato explosivo próximo ao aeroporto de Brasília, que falhou e foi retirado pelo esquadrão antibombas da Polícia Militar.

Ainda, mais pessoas estavam envolvidas no atentado: Alan Diego dos Santos, que também já foi detido e Wellington Macedo de Souza, que segue foragido.

George também afirmou que  gastou cerca de R$ 170 mil com armas e que planejava um possível atentado organizado na cidade que seria colocado em prática nos próximos dias.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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