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Investigações da CPI da Covid contra Bolsonaro são arquivadas

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Dias Toffoli e Jair Bolsonaro
O Antagonista

Dias Toffoli e Jair Bolsonaro


O ministro Dias Toffoli , do Supremo Tribunal Federal , ordenou que seja extinta dois inquéritos que tinham o ex-presidente Jair Bolsonaro como um dos alvos e que foram abertos depois de pedidos da CPI da Covid . O magistrado acatou o posicionamento da PGR, que declarou que não há indícios que justifiquem a investigação.

Em um dos processos, o ex-presidente foi denunciado pela comissão de “infração de medida sanitária preventiva” pela não utilização da máscara de proteção contra o coronavírus. Já no outro, Bolsonaro era suspeito de “causar epidemia” ao lado dos seus ministros Walter Braga Netto (Casa Civil e Defesa), Eduardo Pazuello (Saúde) e Marcelo Queiroga (Saúde), entre outros membros do governo.

A PGR recebeu os dois processos para avaliar  e definiu que existe uma “ausência de indícios mínimos” de que o antigo chefe do Executivo federal e seus aliados teriam “incorrido em qualquer prática delitiva”. Por conta disso,  o órgão solicitou o arquivamento das ações.

“Pelo que se tem notícia, o Chefe do Executivo assim procedeu não por desconsiderar a gravidade da doença ou a crise sanitária, mas porque, na compreensão dele, estavam em jogo diversos outros fatores num cenário macro, como a economia do país. A discordância desse posicionamento, se merece alguma reprovação, deve ser dirimida no campo político, não no processo penal”, destacou.

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Argumento do STF

Em sua decisão, Toffoli demonstrou muito respeito com a opinião da PGR e que iria acatar o pedido do órgão. “Se, dos fatos narrados e suas eventuais provas, apresentados, agora, à autoridade a quem compete investigar e representar por abertura de inquérito perante esta Suprema Corte, não visualizou a Procuradoria-Geral da República substrato mínimo para tais medidas, deve-se acolher seu parecer pelo arquivamento”, escreveu na sua decisão.


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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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