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PCMG prende suspeito de atropelar e estuprar mulher em Gramado (RS)

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (7/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Governador Valadares, no Leste do estado, cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem, de 37 anos, suspeito de atropelar uma mulher, em Santa Maria do Herval, Rio Grande do Sul, e depois estuprá-la no município de Gramado, a cerca de 25 quilômetros de distância. Os crimes foram registrados no dia 12 de fevereiro deste ano.

A prisão, de natureza preventiva, decorreu das investigações realizadas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS), por meio da Delegacia de Polícia em Gramado, que obteve provas contundentes acerca da autoria, representando pela prisão preventiva do suspeito, deferida pela Justiça, com parecer favorável do Ministério Público. A partir de então, a PCRS passou a procurar o homem e apurou que ele havia fugido do município de Canela, no estado gaúcho, onde residia.

Diversos levantamentos foram realizados, utilizando-se de modernas técnicas de investigação policial, a partir das quais foi possível apurar que o investigado havia deslocado para São Paulo, onde permaneceu na região Sul do estado por alguns dias. Depois disso, deslocou pelo ABC Paulista e seguiu em direção ao estado de Minas Gerais.

Na terça-feira (7/6), com uma possível localização mais apurada do paradeiro do suspeito, na cidade de Governador Valadares, a PCRS fez contato com a PCMG, que, imediatamente, deslocou equipe para o local indicado, onde o homem foi efetivamente preso.

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Integração

O delegado Gustavo Celiberto Barcellos, da Delegacia de Polícia Civil em Gramado, ressaltou a excelência do trabalho de investigação que levou à prisão do suspeito, considerado extremamente perigoso, tratando-se de um dos criminosos mais procurados da região.

“Trata-se de importante prisão, em ação de repressão qualificada. A captura desse homem era uma prioridade da Polícia Civil, somente sendo possível pelo empenho, dedicação e conhecimento técnico da equipe policial de Gramado, que ficou responsável por monitorar e buscar a localização do suspeito”, destacou.

Ainda segundo Barcellos, a competência, o pronto atendimento e a experiência da equipe policial mineira foram fundamentais para o êxito da ação, já que o suspeito havia mudado algumas características físicas para dificultar sua identificação, como, por exemplo, a ausência da barba que tinha na data do crime. “Também cumpre ressaltar o apoio e a troca de informações com a delegacia em Canela, e com a Delegacia de Capturas do DEIC de São Paulo”, disse.

Antecedentes

O homem preso é o mesmo que, anos atrás, foi investigado por fatos similares, em que atropelava propositadamente mulheres com o objetivo de violentá-las sexualmente. O homem chegou a ser preso em flagrante pela Polícia Civil em 2014, quando atropelou uma de suas vítimas, a qual ficou gravemente ferida, ocasião em que foi autuado por tentativa de homicídio. Nos casos anteriores, no entanto, ele não chegou a consumar o abuso sexual, o que ocorreu desta última vez.

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Além disso, ostenta diversos antecedentes policiais, com passagens pelo sistema prisional. Inclusive, antes de cometer o crime que resultou na sua prisão, estava sendo monitoramento com uso de tornozeleira eletrônica, dispositivo que rompeu, também havendo contra si mandado de prisão por tal fato.

A prisão do suspeito ocorreu em um restaurante, junto a uma pousada, às margens da rodovia BR-116, perímetro urbano de Governador Valadares. Em poder do suspeito foram apreendidas abraçadeiras de nylon, conhecidas como “enforca gato”, objeto que o suspeito utilizava para imobilizar suas vítimas, além da apreensão de celulares/smartphones. Em razão do material apreendido, a PCMG instaurou inquérito para apurar crime de receptação.

Após os trâmites legais, o suspeito foi recolhido ao sistema prisional.

*Texto adaptado da PCRS

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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