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Foragido é preso em ação conjunta da PCMG e PCGO em Divinópolis

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Divulgação/PCMG

Nessa segunda-feira (13/3), uma ação conjunta das polícias civis de Minas Gerais (PCMG) e de Goiás (PCGO) resultou na prisão de um homem, de 51 anos, na cidade de Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro. Ele é suspeito de participação nos crimes de extorsão mediante sequestro e estupro cometidos contra uma chefe de cozinha, no dia 4 de maio do ano passado, no setor Bueno, em Goiânia, Goiás. A ação também resultou na apreensão de dois veículos, sendo um deles utilizado no crime e outro adquirido com o dinheiro subtraído da vítima.

Crime

Segundo apurado pela Polícia Civil de Goiás, nas proximidades de um supermercado, localizado no Setor Bueno, dois indivíduos armados abordaram a vítima. Após verificarem em aplicativo bancário que ela possuía um saldo de R$ 27 mil, decidiram sequestrá-la, obrigando-a, mediante grave ameaça, a efetuar empréstimo bancário virtual no valor de R$ 15 mil.

Posteriormente, os investigados se deslocaram até uma casa de câmbio em Goiânia, onde um dos criminosos se passou por filho da vítima, forçando-a a realizar a transferência e saque da quantia de R$ 42 mil, que foi convertida em euros. Não satisfeito, um dos investigados ainda tocou as partes íntimas da vítima, como forma de aumentar o terror psicológico.

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Prisão

Diante dos indícios de materialidade e autoria, a PCGO representou pelas prisões preventivas dos suspeitos, as quais foram prontamente deferidas pela Justiça. Um dos investigados, que já possuía diversas anotações criminais, foi localizado e preso em uma casa, no bairro Santos Dumont, em Divinópolis, cidade a cerca de 800 quilômetros do Setor Bueno.

O delegado responsável pela ação, Samuel Moura, revela que o segundo envolvido nos crimes foi preso na cidade de Campinas, em São Paulo. “Os presos, oriundos do estado de São Paulo, são suspeitos de uma série de outros crimes patrimoniais praticados em diversos estados da federação, em especial sequestros relâmpagos praticados mediante extorsão para obtenção de valores depositados”, ressalta.

A ação, realizada pela equipe do Grupo Antissequestro da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAS/Deic) da PCGO, contou com o apoio do setor de inteligência do 7º Departamento da Polícia Civil de Minas Gerais e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

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*Com informações da PCGO

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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