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PCMG ratifica prisão de motorista de aplicativo por injúria racial

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Divulgação/PCMG

Um homem de 61 anos foi preso em flagrante pelo crime de injúria racial, na manhã dessa terça-feira (21/3), no Centro de Muriaé, na Zona da Mata.

Segundo apurado, um funcionário do posto de combustível acionou a Polícia Militar para denunciar a ação do suspeito. Durante uma discussão pela demora no atendimento, um motorista de aplicativo teria ofendido o frentista com palavras injuriosas relacionadas a cor de sua pele.

O delegado Tayrony Espíndola, da 4ª Delegacia Regional em Muriaé, unidade pertencente ao 4º Departamento de Polícia Civil de Minas Gerais, analisou o caso e entendeu que estavam presentes os requisitos para a prisão em flagrante do suspeito. “A partir do depoimento da vítima e das testemunhas foi possível confirmar da prática do crime de injúria racial, previsto no art. 2º-A, da Lei 7.716/89, que não comporta fiança pela autoridade policial. Por isso o suspeito foi autuado e encaminhado ao sistema prisional”, explicou o delegado.

O delegado ainda detalhou que, pela nova regra estabelecida na recente Lei 14.532 de 11 de janeiro de 2023, a injúria racial é punida com pena que varia de dois a cinco anos de prisão, podendo aumentar quando o crime é praticado por duas ou mais pessoas.

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Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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