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Flamengo perde para o Aucas na estreia da Libertadores

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Na estreia da Libertadores, o Flamengo saiu na frente, mas acabou sendo derrotado pelo Aucas por 2 a 1 na noite desta quarta-feira (05.04), no Estádio Gonzalo Pozo, em Quito, no Equador. Matheus França marcou o gol rubro-negro na partida. Com o revés, Rubro-Negro quebra uma série de 14 jogos de invencibilidade fora de casa na competição continental.

O jogo

Com um time bastante modificado, o Flamengo começou a partida buscando a posse de bola no campo ofensivo. A primeira chance de gol foi do Aucas aos 10’. Otero cobrou falta direto para o gol, o goleiro Santos espalmou com a ponta dos dedos e a bola bateu no travessão.

Aos 22’, o Mengão chegou com perigo pela primeira vez. Victor Hugo tocou para Everton Ribeiro na área, o camisa 7 fez um corta-luz e a bola foi para Gabi. O atacante fez o giro e bateu, mas o goleiro defendeu. Aos 33’, Marinho limpou a marcação e arriscou o chute de fora da área, mas a bola passou por cima da meta.

Na reta final da primeira etapa, o Mais Querido abriu o marcador com um golaço! Matheus França limpou dois marcadores, invadiu a área, driblou mais um defensor e bateu rasteiro para o fundo da rede: 1 a 0. A equipe rubro-negra foi para o intervalo em vantagem.

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O Aucas voltou para o segundo tempo com uma outra postura, pressionando a saída de bola do Flamengo. Aos 12’, os donos da casa deixaram tudo igual com Eryc Castillo, que puxou contra-ataque, driblou a marcação e bateu rasteiro no canto direito de Santos: 1 a 1.

Após sofrer o empate, o técnico Vitor Pereira promoveu três substituições para dar novo fôlego ao time. Gerson, Ayrton Lucas e Varela entraram nos lugares de Vidal, Marinho e Wesley, respectivamente. Aos 20’, o Aucas chegou a fazer o segundo, mas após consultar o VAR, o árbitro marcou falta de Eryc Castillo em cima de Varela e anulou o gol.

Aos 39’, o Aucas virou o marcador. Em contra-ataque rápido, Cuero lançou para Ordoñez, o goleiro Santos tentou se antecipar, mas o atacante deu um toque por cima para marcar o gol: 2 a 1.

O Flamengo foi pra cima em busca do empate na reta final. Aos 42’, Varela cruzou na área e Gabi cabeceou com perigo, obrigando o goleiro a colocar para escanteio. A equipe rubro-negra tentou até o último minuto, mas acabou saindo derrotada em Quito, quebrando uma sequência de 14 jogos de invencibilidade fora de casa, na Libertadores.

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Próximo compromisso
O Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo (9) para enfrentar o Fluminense, às 18h, no Maracanã, pelo jogo de volta da final do Cariocão.

Escalação do Flamengo
Santos; Wesley (Varela), Pablo, Rodrigo Caio e Filipe Luís; Vidal (Gerson), Victor Hugo e Everton Ribeiro (Pedro); Marinho (Ayrton Lucas), Matheus França (Everton Cebolinha)) e Gabi.
Técnico: Vitor Pereira.

Escalação do Aucas
Galíndez; Perlaza (Cano), Aubrey David, Cangá e Cuero; Quiñónez, Vega (Carcelén), Edison Caicedo (Mina), Otero e Eryc Castillo (Rezabala); Cifuente (Ordoñez).
Técnico: César Farías.

Ficha técnica
Aucas 2×1 Flamengo

1ª Rodada do Grupo A da Conmebol Libertadores
Local: Estádio Gonzalo Pozo Ripalda
Data e hora: 05/04/2023 às 19h (de Brasília)
Arbitragem: Jose Argote (VEN), Lubin Torrealba (VEN) e Freiker Colmenares (VEN)
Cartões amarelos: Pablo (FLA), Vidal (FLA), Cangá (AUC), Wesley (FLA) e Eryc Castillo (AUC)
Gols: Matheus França (38’1ºT), Eryc Castillo (12’2ºT) e Ordoñez (39’2ºT).

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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