ESPORTES
Fluminense vence o Athletico-PR pelo Brasileirão; 100% de aproveitamento
O Fluminense derrotou o Athletico-PR por 2 a 0 neste sábado (22/04), no Maracanã. Com gols de Lima e Nino, o Tricolor garantiu os três pontos em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Agora, com 6 pontos, a equipe mantém os 100% de aproveitamento e a liderança da competição até o momento.
Sob comando do técnico Fernando Diniz, a equipe volta a campo na terça-feira (25/04) para o jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. O confronto, diante do Paysandu, ocorre às 20h, no Mangueirão, em Belém-PA.
PRIMEIRO TEMPO
O Fluminense começou o jogo com completo domínio, dando trabalho ao adversário desde o apito inicial. Logo no primeiro minuto de jogo, Arias recebeu de Ganso pelo lado esquerdo e devolveu para Lima, que arriscou chute de fora da área, exigindo boa defesa do goleiro. Aos 4 minutos, Ganso cobrou falta na grande área, a bola desviou na defesa e sobrou para Cano, que mandou pela linha de fundo. O primeiro gol do tricolor saiu aos 10 minutos, após cruzamento de Arias. A defesa adversária interceptou e bola acabou nos pés de Lima, que mais uma vez arriscou de fora da área e abriu o placar no Maracanã.
O Flu continuou pressionando, com mais uma chance aos 19 minutos. Após bate e rebate do lado direito da grande área, a bola sobrou para Cano, que arriscou chute que explodiu na zaga adversária. Aos 30, a bola ficou com Samuel Xavier após escanteio e o lateral arriscou, mas a bola saiu raspando a trave.
Aos 33, Keno deu bom passe para Arias, que lançou para Cano fazer belo corta-luz para André. O volante chutou para o gol e marcou o segundo do Tricolor na partida. O gol, porém, acabou anulado pelo VAR por impedimento no início da jogada. Aos 40, German Cano roubou a bola e mandou direto para o gol, mas o goleiro faz a defesa.

SEGUNDO TEMPO
O segundo tempo iniciou mais tranquilo que o primeiro, sem muitas jogadas perigosas. Porém, na primeira grande chance, aos 21, o Tricolor marcou o segundo do jogo com Nino, de cabeça, após escanteio curto de Lima para Alexsander, que cruzou na medida para o capitão marcar.
O Fluminense voltou a assustar aos 41 minutos, quando Arias recebeu no meio de campo, conduziu até a entrada da área e fez o passe para Lelê, que encontrou Cano do lado oposto. O argentino bateu forte, mas a bola subiu demais. Dois minutos depois, Alexsander arriscou de fora da área e mandou para fora. O Fluminense controlou o jogo até o apito final e garantiu os três pontos no Maracanã.

FICHA TÉCNICA
Fluminense 2 x 0 Athletico Paranaense
Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo (Vitor Mendes) e Alexsander; André, Lima (Thiago Santos) e P.H. Ganso (Pirani); Jhon Arias, Keno (Lelê) e Germán Cano(John Kennedy) . Técnico: Fernando Diniz
Athletico Paranaense: Bento; Madson, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Pedrinho; Erick (Christian), Fernandinho (Vitor Bueno) e Léo Cittadini (Hugo Moura); Thiago Andrade (Rômulo), Cuello (Vitor Roque) e Pablo. Técnico: Paulo Turra
Gols: Lima (10′ 1T), Nino (21’ 2T) (FLU)
Cartões amarelos: Samuel Xavier, Keno e Thiago Santos (FLU); Pablo, Erick, Pedrinho (CAP)
Arbitragem: Paulo Cesar Zanovelli da Silva, auxiliado por Neuza Inês Back e Celso Luiz da Silva
Fotos: Mailson Santana e Leonardo Brasil/FFC
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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