Polícia
PCMG deflagra 2ª fase da operação Tormentum em Teófilo Otoni

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou em Teófilo Otoni, região do Jequitinhonha, a segunda fase da operação Tormentum, visando ao cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão domiciliar e um de prisão preventiva. Um indivíduo, de 22 anos, foi preso no curso da ação, realizada nesta quinta-feira (1º/6).
Essa etapa decorre de apuração sobre o homicídio de um homem, de 51 anos, vítima de tortura. Investigações apontam que a motivação estaria relacionada a uma pequena dívida.
Por meio de investigações, dois suspeitos, ambos de 22 anos, foram identificados e reconhecidos por testemunhas. Um deles foi preso hoje (1º/6) e o outro ainda é procurado.
A investigação foi coordenada pela delegada Hérika Ribeiro Sena e contou com a participação de diversas equipes da 1ª Delegacia Regional em Teófilo Otoni e da Polícia Militar.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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