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PCMG conclui investigação sobre mulher que foi enterrada viva

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu a investigação que apurou uma tentativa de homicídio contra uma mulher em Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata mineira.

Conforme apurado, em 28 de março, a PCMG recebeu informações que uma mulher teria sido resgatada com vida de dentro de uma gaveta funerária do cemitério local. Em seguida, policiais estiveram no local, onde foi realizada perícia e primeiro contato com a vítima, o que possibilitou o início das investigações sobre a autoria dos fatos.

Realizados os trabalhos investigativos, foi requerida a prisão temporária de três suspeitos, bem como mandados de busca e apreensão com a finalidade de levantamento de outras provas e localização dos investigados. Em primeiro de abril, dois suspeitos foram presos quando tentavam fugir para o Rio de Janeiro. O último envolvido foi preso em 20 de abril.

Com análise de laudos e oitivas foi possível comprovar que os três investigados estavam associados para a prática do crime de tráfico e constrangeram a vítima a guardar armas e drogas, as quais teriam sido roubadas por terceiros que não foram identificados até o momento. Em razão do roubo do material ilícito, os investigados agrediram, com extrema violência, a vítima por cerca de duas horas, colocando-a desacordada em uma gaveta funerária, que foi fechada com tijolos e cimento.

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A vítima permaneceu “enterrada” na gaveta funerária até por cerca de nove horas, quando foi socorrida, após gritar por ajuda. Funcionários do cemitério ouviram os gritos e chamaram a polícia.

Os suspeitos foram indiciados por associação criminosa, tentativa de homicídio, com qualificadoras de motivo torpe, meio cruel, sem possibilidade de defesa e por razão de gênero, além do crime de constrangimento e de violação de sepultura.

Durante as investigações foram apurados outros fatos criminosos praticados pelos suspeitos, sendo remetidos para o Poder Judiciário outros dois procedimentos com indiciamento dos investigados por tortura.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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