ESPORTES
Corinthians e Cuiabá empatam pela 10ª rodada do Brasileirão
Na noite deste sábado (10), o Corinthians voltou à campo para disputar a 10ª rodada do Brasileirão 2023. Recebendo o Cuiabá na Neo Química Arena, o Timão ficou no empate em 1 a 1. O gol Alvinegro foi marcado por Ruan Oliveira, garoto que voltou a jogar, após ficar muito tempo lesionado.
Com o empate, o Coringão chegou a nove pontos marcados na competição. O próximo jogo no Brasileirão será no dia 21 de junho, na Vila Belmiro, onde enfrenta o Santos.
Escalação
O técnico Vanderlei Luxemburgo escalou o Timão com Cássio; Bruno Méndez, Gil, Murillo e Matheus Bidu; Fausto Vera, Maycon, Biro e Renato Augusto; Pedro e Róger Guedes. Entraram no decorrer do jogo: Adson, Fagner, Yuri Alberto, Wesley e Ruan Oliveira. Ainda ficaram à disposição no banco de reservas: Carlos Miguel, Fábio Santos, Caetano, Giovane, Roni e Chrystian Barletta.
Primeiro tempo
A primeira jogada foi feita pelo adversário, aos três minutos. Matheus Alexandre recebeu na entrada da área e chutou, a bola foi desviada para escanteio.
O Corinthians chegou pela primeira vez aos nove minutos: Matheus Bidu carregou a bola pela esquerda e tocou no meio para Biro. O camisa 26 chutou e a bola foi desviada para escanteio.
Aos 19 minutos, Renato Augusto sentiu dores e foi substituído por Adson.
No minuto 22 de jogo, o Cuiabá cobrou uma falta do lado esquerdo da área. O chute foi direto e Cássio fez a defesa.
A partida ficou alguns minutos sem nada acontecer. As duas equipes trocavam posses de bola, mas sem nenhuma ofensividade.
O árbitro deu três minutos de acréscimo.
Aos 47, o Biro recebeu e carregou a bola pela direita. O camisa 26 cortou para o meio e chutou colocado, buscando o ângulo, mas a bola foi pra fora.
Fim de primeiro tempo na Neo Química Arena.
Segundo tempo
Antes do início da segunda etapa, o Corinthians voltou com uma mudança: saiu Bruno Méndez e entrou Fagner.
Bola em jogo!
Na primeira jogada da segunda etapa, a bola foi alçada para Róger Guedes na área, que tentou uma bicicleta, mas furou.
Aos sete minutos, Fausto Vera recebeu na entrada da área e bateu para o goleiro defender. Mas a arbitragem já tinha invalidado a jogada por impedimento.
Aos nove minutos, o Cuiabá abriu o placar. Rikelme cruzou na cabeça de Deyverson, que não desperdiçou, 1 a 0.
Aos 15 minutos, Pedro saiu para a entrada de Yuri Alberto.
Aos 26 minutos, o Timão fez as duas últimas substituições. Saíram: Fausto e Biro e entraram Wesley e Ruan Oliveira.
Dois minutos depois, o mesmo Ruan Oliveira chutou de fora da área e a bola foi para fora, levando perigo.
Yuri Alberto teve uma chance de ouro aos 31 minutos. A bola sobrou para o centroavante do Timão, que chutou de esquerda e Walter fez a defesa.
Gol do Corinthians! Aos 35 minutos, num bate e rebate dentro da área, a bola sobrou para Ruan Oliveira, que tinha acabado de entrar, ele chutou de perna direita e empatou o jogo, 1 a 1.
O árbitro deu oito minutos de acréscimo.
Aos 45, Róger Guedes teve a chance de virar o jogo. Ele recebeu sozinho e chutou fraco, nas mãos do goleiro Walter.
O Corinthians ainda teve mais uma oportunidade aos 52 minutos. Fagner cobrou o escanteio na cabeça de Gil, que cabeceou para fora.
Após essa jogada, o árbitro finalizou o jogo, 1 a 1 na Neo Química Arena.
Próximo jogo
O Corinthians volta à campo no próximo dia 21/6, às 20h, quando encara o Santos, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Brasileirão 2023.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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