Política
Comissão de Assuntos Municipais visita centro de saúde mental

Nesta sexta-feira (16/6/23), a Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai ao bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, para visitar o Centro de Referência em Saúde Mental da Infância e Adolescência (antigo Cepai), os prédios abandonados situados no mesmo quarteirão que esse Centro e o Centro de Referência em Saúde Mental – Álcool e Drogas de Belo Horizonte.
O requerimento para realização da visita de autoria da deputada Bella Gonçalves (Psol). Segundo a parlamentar, o objetivo é verificar a situação desses equipamentos públicos e o andamento da municipalização dos serviços de saúde mental no município. A visita se inicia às 9 horas, na Rua Padre Marinho, nº 150.
“Nosso mandato solicitou a visita porque queremos ver de perto a atual situação do Cersame/Cepai. Recebemos denúncias gravíssimas de que a estrutura do Centro Psíquico ainda possui características manicomiais, o que é inadequado e inaceitável. Queremos garantir a reestruturação desse equipamento e impedir a privatização imposta pelo governo Zema, que abriu processo de seleção pública de contratação de organização social. Também queremos saber porque a municipalização ainda não se efetivou”, afirmou Bella Gonçalves.
Durante a audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Municipais da ALMG no dia 26 de maio, representantes da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) e da Prefeitura de Belo Horizonte anunciaram que a municipalização dos serviços de saúde mental na Capital acontecerá, de maneira gradual, até dezembro deste ano.
Entidades de classe, da sociedade civil e dos governos estadual e municipal consideram fundamental a municipalização dos serviços de saúde mental, sendo que isto está previsto desde 1990 enquanto diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante aquela audiência realizada em 26 de maio, que também foi solicitada por Bella Gonçalves, a forma de atendimento do Centro Psíquico da Adolescência e Infância (Cepai), no bairro Santa Efigênia, recebeu duras críticas.
De acordo com a vice-presidente da Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Minas Gerais (Asussam-MG), Laura Fusaro Camey, as estruturas da Cepai atendem aos usuários como um presídio, se diferenciando muito das demais unidades de saúde mental localizadas na Capital.
“O Cepai é um lugar intimidador, enquanto nas demais regionais os serviços são portas abertas, como tem que ser. É um absurdo acharem aceitável que crianças e adolescentes sejam tratados dessa forma. Minha decepção é muito grande e me pergunto se a Fhemig e a Prefeitura vão cumprir o que estão prometendo. Essa novela já se estende por mais de dez anos. Somos relegados a cidadãos de segunda classe, sujeitos a todo tipo de barbárie”, afirmou Laura.
Convidados
Estão convidados a participar da visita, nesta sexta-feira, a presidente da Fhemig, Renata Ferreira Leles Dias, e o psicólogo Pedro de Paula Teixeira, que é coordenador da Comissão de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Conselho de Psicologia.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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