Política
Projeto que isenta locadora de veículo recebe emendas e volta à FFO

O Projeto de Lei (PL) 2.803/21, que entre outras medidas, isenta a locadora de veículos de pagar a diferença de alíquota de IPVA quando vendê-los, recebeu duas emendas durante a Reunião Ordinária de Plenário, nesta quinta-feira (15/6/23). Da maneira como chegou ao Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) – na forma do substitutivo nº 1 ao texto aprovado com alterações no 1º turno (vencido) -, a proposição do deputado João Magalhães (MDB) continuou sendo obstruída.
As duas emendas foram as que prosperaram em um total de oito apresentadas em Plenário, pois as outras seis deixaram de ser recebidas. As emendas acatadas, que seguem para análise da Comissão e Fiscalização Financeira e Orçamentária, são as de nºs 1 e 6, respectivamente dos deputados Cristiano Silveira (PT) e Alencar da Silveira Jr. (PDT).
As duas emendas propõem a supressão de artigos do substitutivo nº 1. A primeira prevê suprimir o artigo 4º e a segunda, o artigo 3º. O artigo 4° estabelece que a lei entra em vigor na data de sua publicação. E o artigo 3° revoga o parágrafo 3° do artigo 10 da Lei 14.937, de 2003, a qual trata do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
O parágrafo 3º, que a emenda n° 6 pretende manter, prevê regra para os veículos que pagam alíquota de IPVA de 1% – os destinados à locação, de propriedade de pessoa jurídica. O paragráfo estabelece que, se o veículo for alienado, será devida a complementação do imposto, calculado com base nas alíquotas previstas na lei para outras modalidades de veículos. Essa complementação será feita de forma proporcional ao número de dias restantes para o fim do exercício.
Em Minas Gerais, as locadoras pagam a alíquota de 1%, mas, desde 2017, com a entrada em vigor da Lei 22.796, devem pagar a diferença complementar em relação à alíquota padrão de 4% cobrada dos contribuintes em geral (ou seja, 3%) quando seus veículos são transferidos a uma subsidiária para revenda. É a anistia desse pagamento que o substitutivo propõe, para que a alíquota na revenda continue sendo de 1%.
Obstrução
Antes do anúncio do envio das emendas à FFO, parlamentares do Bloco Democracia e Luta, de oposição ao Governo do Estado no Parlamento mineiro, foram à tribuna par discutir o PL e tentar dificultar sua aprovação. Discursaram nessa fase de discussão as deputadas Ana Paula Siqueira (Rede), Bella Gonçalves (Psol) e Andreia de Jesus (PT).
A tônica dos três discursos foi a de que seria inadmissível o governo fazer a renúncia fiscal em prol de um único segmento do setor privado, em detrimento de perda de recursos que seriam fundamentais para a área social.
Ana Paula Siqueira citou a perda em políticas públicas para direitos humanos (erradicação do trabalho infantil, combate à violência doméstica, incentivo a catadores, saúde, entre outras).
Bella Gonçalves acrescentou que o investimento feito por Salim Mattar, dono da Localiza, foi muito bem remunerado: “Ele doou R$ 5 milhões para a campanha e agora, em troca, recebe R$ 1 bilhão em desconto no IPVA”.
Já Andreia de Jesus focou na perda de recursos para o sistema prisional, para o combate ao trabalho escravo e para a saúde.
Ainda na reunião, o deputado UlysseS Gomes (PT) solicitou um minuto de silêncio em memória de Ana Costa, falecida nessa quinta, mãe do deputado Luisinho (PT). O presidente Tadeu Martins Leite (MDB) se solidarizou com o colega enlutado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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