Polícia
Vale do Rio Doce: presos mais dois suspeitos de morte de empresário

Nesta terça-feira (20/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, no bairro Altinópolis, em Governador Valadares, Vale do Rio Doce, mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra dois homens, de 23 e 27 anos, suspeitos de serem coautores no homicídio do empresário do município de Conselheiro Pena, de 60, morto com 19 facadas. O crime foi registrado no dia 11 de setembro de 2022.
Durante a ação, os policiais que estavam no helicóptero avistaram quando o suspeito mais jovem arremessou um pacote estranho no imóvel vizinho. Após a realização das buscas, foi verificado que se tratava de sacolas contendo tabletes de maconha. Em razão disso, além do cumprimento das ordens judiciais, o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, sendo apreendido também o aparelho celular dele. Em relação ao segundo suspeito, foram apreendidos um automóvel e um celular.
De acordo com a delegada Adeliana Xavier, os investigados foram conduzidos à delegacia e exerceram o direito constitucional de permanecer em silêncio. “Não houve confissão. Nós vamos investigar, agora, se houve algum pagamento em dinheiro pela execução do crime”, informa a delegada, salientando que foi possível identificar e localizar os suspeitos por meio de trabalho de inteligência policial.
A operação contou com o apoio aéreo da 5ª Base Regional de Avião do Estado da Polícia Militar (Brave).
As investigações continuam.
O crime
Por volta das 5 horas, o carro da vítima foi visto por testemunhas que passavam pela estrada que dá acesso ao Pico do Ibituruna, com a porta aberta, sendo que, cerca de duas horas depois, o veículo permanecia estacionado. As testemunhas, então, encontraram a vítima ensanguentada e com corte profundo no pescoço. O homem chegou a ser socorrido no hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Posteriormente, o laudo do médico-legista constatou lesões nas mãos da vítima, que indicam reação de defesa, bem como 19 perfurações pelo corpo.
Prisão da suposta mandante
No dia 8 de fevereiro de 2023, uma mulher, de 28 anos, com quem a vítima mantinha relacionamento amoroso há cerca de três anos, foi presa pela PCMG. Ela é suspeita de ser a mentora intelectual do crime. A motivação estaria relacionada com a intenção da vítima em romper o relacionamento. O homem, inclusive, já havia sido vítima de tentativa de homicídio com faca, praticada pela mulher (clique AQUI ).
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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