Minas Gerais
Secretaria de Educação divulga cartilha com detalhes sobre o Plano de Enfrentamento ao Abandono e à Evasão Escolar
O Plano de Enfrentamento ao Abandono e à Evasão Escolar nas instituições estaduais de ensino de Minas Gerais já está disponível na íntegra no site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). O documento com todos os detalhes pode ser acessado neste link. O plano, implementado em toda a rede, monitora e desenvolve ações específicas nas 3.424 escolas estaduais com o objetivo de impulsionar as ações da busca ativa e trazer de volta os estudantes que estejam com mais de 25% de faltas no diário escolar.
Por meio de ações orientadas pelo plano, serão realizadas a identificação, o mapeamento e a mobilização da rede para localizar os estudantes infrequentes ou que abandonaram a escola, a fim de reintegrá-los ao ambiente educacional. O projeto se estrutura em três frentes de trabalho: a busca ativa, o Diário Escolar Digital (DED) e a garantia dos direitos de aprendizagem.
O plano reúne um conjunto de estratégias interinstitucionais, dada a complexidade das situações, que pode englobar, além das unidades escolares, o conselho tutelar, o Ministério Público, os Centros de Referência da Assistência Social (Cras), os Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e outras estruturas de cada localidade que atuam como rede de assistência.
A cartilha explica as diferenças entre infrequência, abandono, evasão e exclusão escolar, além de citar as leis que regulamentam e estruturam as ações da busca ativa e os fluxos que deverão ser seguidos pelos gestores escolares.
O documento orienta, ainda, sobre as ações pedagógicas, a utilização dos recursos financeiros e as responsabilidades dos diversos setores das Superintendências Regionais de Ensino (SREs) para que o sistema e procedimentos sejam devidamente seguidos.
Retorno
Dados do primeiro bimestre de 2023 apontam que dos 103,9 mil estudantes do ensino fundamental e médio detectados com mais de 25% de faltas, 66% já foram identificados pela escola e trazidos de volta à rede de ensino. Isso representa 68.409 estudantes que retornaram às salas de aula.
No grupo de estudantes ausentes estão aqueles que migraram para outras redes de ensino (municipais ou privadas), além daqueles que enfrentam diferentes dificuldades para frequentarem as aulas. Nesses casos, os gestores escolares seguem realizando contato e mobilizando a rede de assistência dentro de cada realidade.
Busca ativa
Realizada de maneira ininterrupta desde 2019, o Programa Busca Ativa teve importância ainda maior durante as dificuldades impostas pela pandemia da covid-19 e o ensino remoto. Em 2020, já na pandemia, a busca pelos alunos que não estavam participando ativamente das atividades remotas foi intensificada, a partir de um acompanhamento sistêmico, e resultou em mais de 30 mil alunos de volta aos estudos, número ainda superior ao do ano anterior, 2019, quando cerca de 15 mil retornaram à escola. Já em 2021, o número foi ainda mais significativo: cerca de 45 mil alunos foram localizados e trazidos de volta para as atividades escolares. Em 2022, foram 55 mil estudantes.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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