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Casal investigado por estelionato pela PCMG é preso no Espírito Santo

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Divulgação/PCMG

Nessa terça-feira (4/7), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em ação conjunta com a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), prendeu preventivamente um casal, de 49 anos, suspeito de envolvimento em crimes de estelionato.

As investigações iniciaram após vítimas, na cidade de Capelinha, região do Jequitinhonha, acionarem a PCMG narrando os golpes aplicados pelo casal, que teriam gerado um prejuízo de aproximadamente R$1 milhão.

A PCMG acredita que existam outras vítimas do casal que ainda não registraram ocorrências.

Modo de agir

Conforme apurado, o casal conquistava a confiança e estabelecia suposta amizade com as vítimas para, em seguida, solicitar empréstimos de quantias vultosas de dinheiro em espécie ou por meio de folhas de cheque em branco, sob a promessa de pagamentos de juros em datas posteriores.

Ainda de acordo com levantamentos, o suspeito é médico e a mulher dele, passava-se por advogada. Ela se aproximava das vítimas dizendo que precisava de valores para investir na ampliação do consultório do marido, em clínicas e aquisições de equipamentos. Dessa forma, a mulher pretendia gerar maior segurança para os pretensos credores, facilitando a consumação dos crimes. Inclusive, algumas vítimas contraíram empréstimos e repassaram os valores ao casal, acreditando nas promessas de que também seria aberta uma clínica médica na cidade de Capelinha.

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Denúncias e prisão

Ao não receberem os pagamentos prometidos, as vítimas perceberam ter caído em um golpe. Nesse momento, o casal já havia se mudado para outra cidade. Com as denúncias, a PCMG iniciou as investigações e, diante do apurado, representou pelas prisões preventivas do casal.

Por meio de levantamentos da Agência de Inteligência da Polícia Civil em Capelinha, foi identificado o possível endereço dos suspeitos, na cidade de Vila Velha, no Espírito Santo. Com o apoio da Polícia Civil daquele estado, o casal foi localizado e preso ontem.

Durante a ação policial, foi identificado que o casal estava sendo vigiado por três homens, que estavam no interior de um veículo, em frente ao novo endereço dos suspeitos. O trio, natural da cidade mineira de Coronel Murta, também foi abordado. A polícia suspeita que sejam outras vítimas de estelionato.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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