Política

Educação dá aval a PLs sobre temáticas ambiental e agropecuária

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A Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) emitiu, nesta quarta-feira (5/7/23), parecer de 1º turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 3.991/22, que prevê que o tema da educação ambiental, ministrado nos estabelecimentos estaduais de ensino, aborde conteúdos sobre agrotóxicos e técnicas alternativas de agricultura.

A matéria, de autoria da presidenta da comissão, deputada Beatriz Cerqueira (PT), teve como relatora a deputada Lohanna (PV), que opinou pela sua aprovação a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1).

O novo texto apresentado pela relatora passa a alterar a Lei 15.476, de 2005, que determina a inclusão de conteúdos referentes à cidadania nos currículos das escolas de ensino fundamental e médio, e não a Lei 15.441, de 2005, como propõe o projeto original.

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Dessa forma, o texto prevê que na abordagem de educação ambiental serão discutidos:

  • o cuidado e a proteção aos animais como decorrência do respeito à fauna, à flora, à biodiversidade e ao meio ambiente;
  • a produção agroecológica e orgânica como alternativa sustentável de produção de alimentos na agricultura;
  • os impactos socioambientais no uso de agrotóxicos e da adubação química.
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Importância da atividade agropecuária

Também foi analisado na reunião, em 1º turno, o PL 2.695/21, de autoria do deputado Coronel Henrique (PL), que prevê que o sistema de ensino do Estado aborde, na educação básica, conteúdos e materiais didáticos que informem a relevância da atividade agropecuária de Minas Gerais e do Brasil.

Para tanto, ele altera a Lei 11.405, de 1994, a qual dispõe sobre a política estadual de desenvolvimento agrícola.

A matéria teve como relatora a deputada Beatriz Cerqueira que opinou pela sua aprovação a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 2).

Segundo o parecer da relatora, esse texto contempla algumas alterações promovidas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que analisou a proposição anteriormente. A CCJ considerou válido que órgãos integrantes da política de desenvolvimento agrícola pudessem atuar em colaboração com os sistemas de ensino para a elaboração de materiais didáticos específicos.

Além disso, o novo texto considera sugestão de emenda de autoria coletiva dos deputados Charles Santos (Republicanos), Doutor Jean Freire e Cristiano da Silveira, ambos do PT. Na proposta, eles acrescentam a importância da agricultura familiar à proposição.

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Dessa forma, o substitutivo altera um dos objetivos da política de desenvolvimento agrícola, passando a prever a integração das políticas públicas destinadas ao setor agrícola, garantindo também o acesso da família rural à educação, entre outros diversos serviços já citados.

Também acrescenta, entre os objetivos dessa política, outros dois:

  • cooperar com o sistema estadual de educação para a garantia da oferta de cursos e atividades para a formação e a qualificação profissional e para a elevação da escolaridade, além de outras ações educacionais que desenvolvam autonomia, atitudes empreendedoras e inclusão social e produtiva da população do campo;
  • cooperar com o sistema estadual de educação na elaboração de materiais didáticos sobre a atividade agropecuária no Estado, abordando princípios e conceitos relativos à produção agroecológica e orgânica.

Agora, os dois projetos já podem seguir para análise de 1º turno do Plenário.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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