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Presa liderança de grupo que aplicava golpe para aquisição de veículos

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Divulgação/PCMG

Nesta quarta-feira (12/7), as polícias civis de Minas Gerais (PCMG) e de Santa Catarina (PCSC) deflagraram, em conjunto, a segunda fase da operação Contractus, que visa à desarticulação de uma organização criminosa especializada em estelionatos contra concessionárias e aquisição fraudulenta de veículos. Um homem, de 53 anos, apontado como um dos líderes do grupo, foi preso em Uberlândia, Triângulo Mineiro.

Durante a operação, os policiais civis também cumpriram mandados de busca e apreensão. Conforme investigado, o grupo tinha base em Uberlândia e vinha atuando em Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Paraná e Bahia, causando prejuízos de milhões de reais às vítimas. Somente em Santa Catarina, onde a apuração teve início, dez empresas sofreram os golpes.

Hoje, em entrevista coletiva, o chefe do 9º Departamento da PCMG, delegado Marcos Tadeu de Brito Brandão, informou que o grupo age de forma descentralizada e os seus líderes são do município mineiro. “Os investigados falsificam documentos públicos e de pessoas físicas e, com eles, adquirem os veículos. Mais de 30 documentos falsos utilizados pela quadrilha foram apreendidos na operação, além de materiais. Todos serão juntados nos inquéritos policiais”, esclareceu.

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Já o delegado Rodrigo Guzzo, da PCSC, que preside as investigações, afirmou que a organização responde por diversos crimes, entre eles associação criminosa, estelionato, falsificação e uso de documentos falsos, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. “A quadrilha já fez mais de 50 vítimas no Brasil, entre empresas e pessoas físicas. Um dos líderes presos hoje será levado ao sistema prisional”, concluiu.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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