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Operação Contra Impetum combate grupos envolvidos em crimes violentos

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nessa quarta-feira (12/7), da operação Contra Impetum, como parte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Governador Valadares, composta também pelas polícias Federal, Militar e Penal. A operação teve como objetivo reprimir e combater organizações e associações envolvidas em crimes violentos na região, sobretudo homicídio e tráfico de drogas.

Durante a ação, cerca de 60 policiais cumpriram 12 mandados de busca e apreensão, sendo dois deles em um presídio local. No curso dos trabalhos, as equipes arrecadaram drogas e celular. Para o acesso às ilhas que rodeiam o Rio Doce, onde também foram cumpridas medidas judiciais, foi necessária a assistência do Corpo de Bombeiros Militar, que utilizou barcos e um helicóptero para dar suporte aos policiais.

Participaram também da operação cães farejadores dos canis das polícias Civil, Militar e Penal, bem como do Corpo de Bombeiros.

Apurações

As investigações tiveram início após a ocorrência de um caso de extorsão mediante sequestro cometido contra uma servidora municipal, no dia 23 de setembro de 2022, no bairro Santa Rita. Conforme apurado, os suspeitos de executar o crime integram uma associação criminosa envolvida no tráfico de drogas no município.

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De acordo com o delegado da PCMG Rodrigo Nalon, coordenador da Ficco, a ação de ontem visou, principalmente, restabelecer a ordem para os moradores daquela região, reforçando a presença do Estado por meio das forças de segurança pública.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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