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Santos e Athletico-PR ficam só no empate pelo Brasileirão

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O Athletico esteve muito perto da vitória na Vila Belmiro. Com um gol de Pablo, ia vencendo o Santos até os acréscimos do segundo tempo. Mas um pênalti nos instantes finais deu ao time da casa o empate em 1 a 1 e custou dois pontos ao Furacão.

O Rubro-Negro entrou em campo com uma escalação bastante modificada. E com uma atuação segura, chegou ao gol em uma boa troca de passes, com a participação de Zapelli e Fernandinho e a finalização do camisa 92.

Foi só nos minutos finais que o Santos teve mais presença no ataque. Mas a zaga athleticana ia tendo uma atuação perfeita, sem dar chances ao adversário. Só que o juiz, com auxílio do VAR, viu pênalti em uma bola que bateu no cotovelo de Thiago Heleno.

Com o ponto somado, o Athletico chegou a 28 no Brasileirão. O próximo compromisso na competição é contra o Cuiabá, no dia 15 de agosto. Mas antes disso, tem decisão pela CONMEBOL Libertadores e a Ligga Arena vai ferver na próxima terça (8).

O Jogo

Desde o apito inicial, o Athletico foi quem teve mais a bola e buscou o gol. Thiago Heleno desviou um cruzamento de Zapelli logo no primeiro minuto. E Pablo quase marcou um golaço de fora da área, mas mandou por cima do gol.

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E a superioridade surtiu efeito aos 30′, com uma bela jogada construída pelo ataque athleticano. Zapelli recebeu pela direita e encontrou Fernandinho com espaço pelo meio. O camisa 5 dominou na entrada da área e fez um passe perfeito para Pablo, que encheu o pé em um chute cruzado. Furacão em vantagem!

Madson ainda teve uma oportunidade no primeiro tempo, em cruzamento de Pablo. Mas o goleiro do Santos salvou.

No segundo tempo, o Athletico administrou o resultado. Mas não conseguiu criar novas oportunidades. O Santos também não conseguia chegar com perigo e o jogo ia se dirigindo para o final com o resultado favorável.

Mas aos 46′, em um lateral pela esquerda da defesa athleticana, a bola foi jogada na área. E após um desvio do ataque santista, bateu no cotovelo de Thiago Heleno, que não teve como evitar o toque. Com a intervenção do VAR, o árbitro reviu o lance e marcou pênalti.

Marcos Leonardo foi para a cobrança já aos 49′. Bateu forte, sem chance de defesa para Bento, e definiu o placar em 1 a 1.

Ficha técnica: Santos 1×1 Athletico Paranaense
Campeonato Brasileiro 2023: 18ª rodada
Data: 05/08/2023 (sábado)
Horário: 16h
Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), em Santos (SP)

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Árbitro: Andre Luiz Skettino Policarpo Bento (MG)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Felipe Alan Costa de Oliveira (MG)
Quarto árbitro: Ilbert Estevam da Silva (SP)
Árbitro de vídeo: Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Santos: João Paulo; Gabriel Inocêncio, João Basso, Alex e Dodô (Kevyson, aos 37′ do 2º tempo); Rodrigo Fernández (Lucas Braga, aos 19′ do 2º tempo), Dodi, Jean Lucas e Lucas Lima; Marcos Leonardo e Mendoza
Técnico: Paulo Turra
Gol: Marcos Leonardo, aos 49′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Lucas Lima, João Paulo e Mendoza

Athletico Paranaense: Bento; Madson (Khellven, aos 28′ do 2º tempo), Cacá (Zé Ivaldo, aos 29′ do 2º tempo), Thiago Heleno e Vinícius Kauê; Fernandinho (Canobbio, no intervalo), Hugo Moura e Bruno Zapelli (Vitor Bueno, aos 16′ do 2º tempo); Marcelo Cirino (Vitor Roque, aos 16′ do 2º tempo), Paulo e Cuello
Técnico: Wesley Carvalho
Gol: Pablo, aos 30′ do primeiro tempo
Cartões amarelos: Vitor Roque e Vitor Bueno

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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