Política
PL visa geração de empregos para mulheres vítimas de violência doméstica

O Projeto de Lei 49/23, que tem objetivo de facilitar o ingresso de mulheres vítimas de violência doméstica no mercado de trabalho, recebeu, nesta terça-feira (22/8/23), parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O relator, deputado Arnaldo Silva (União), que também preside a comissão, opinou pela constitucionalidade da proposição a partir de um novo texto (substitutivo nº 1), que apresentou. Agora, já pode seguir para análise de 1º turno da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
A matéria, de autoria do deputado Charles Santos (Republicanos), acrescenta inciso ao artigo 4º da Lei 22.256, de 2016, que institui a política de atendimento à mulher vítima de violência no Estado.
O projeto original acrescenta como uma das ações que poderão ser adotadas na implementação da política de atendimento à mulher vítima de violência doméstica o incremento de mecanismos destinados a fomentar a oferta de vagas de emprego a esse público por empresas prestadoras de serviços contratadas pelo Estado.
Já o novo texto apresentado pelo relator traz algumas adequações legais, conforme o parecer. Dessa forma, passa a prever como uma possível ação da referida política o incremento de parcerias com as empresas prestadoras de serviços contratadas pelo Estado, com vistas ao aproveitamento das vagas de emprego por mulheres vítimas de violência cadastradas no banco de empregos, já previsto nessa lei.
O autor da proposição destacou, na reunião, que a violência doméstica contra mulheres tem que ser combatida de diversas formas. “Propusemos com esse projeto uma abertura de espaço para que essas mulheres tenham mais oportunidades no mercado de trabalho”, justificou.
Assistência à saúde na educação básica
Também foi analisado na mesma reunião o PL 3.088/15, de autoria do deputado Cristiano Silveira (PT), que institui a política estadual de assistência à saúde do estudante no âmbito da rede pública de educação básica.
O relator, deputado Lucas Lasmar (Rede), opinou pela legalidade da matéria em sua forma original. Agora o texto segue para análise, de 1º turno, da Comissão de Saúde.
De acordo com o projeto, seu objetivo é contribuir para a formação integral dos educandos por meio de ações de promoção da saúde.
A matéria traz diretrizes da referida política como integração e articulação das redes públicas de ensino e de saúde, integralidade na atenção à saúde, bem como monitoramento e avaliação permanentes.
Prevê também objetivos da política como promover o bem-estar físico, psíquico e social dos estudantes e contribuir para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
Por fim, lista ações que podem ser desenvolvidas como a valorização e a promoção da prática de atividades físicas, o incentivo à alimentação saudável e a orientação sobre o calendário de vacinação.
Segundo o autor da proposição, os jovens que frequentam as escolas públicas muitas vezes não têm acesso à saúde básica, o que cria dificuldades para seu aproveitamento escolar.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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