ESPORTES
Ferroviária vence São Paulo nos pênaltis e pega o Corinthians na final do Brasileirão Feminino
A Ferroviária garantiu sua vaga na final do Brasileirão Feminino ao vencer o São Paulo nos pênaltis por 3 a 1, na Fonte Luminosa.
Destaque para a atuação heroica de Luciana, que defendeu dois pênaltis e teve uma ótima partida.
O São Paulo começou impondo seu jogo, atacando com precisão e pressionando na saída de bola da Ferroviária.
Apesar dos esforços de Luciana, a vantagem das donas da casa foi desfeita no primeiro tempo, com o São Paulo abrindo 2 a 0 antes do intervalo.
No segundo tempo, as ações se equilibraram mais e a Ferroviária conseguiu levar perigo, mas sem grande sucesso.
Destaque para as defesas importantes de Luciana, que evitou gols do São Paulo em diversas ocasiões.
Vale mencionar também a cobrança de falta de Mônica que acertou o travessão, quase resultando em um golaço.
FICHA TÉCNICA
Ferroviária 0 (3) x (1) 2 São Paulo
Data: 02/09/2023
Local: Fonte Luminosa
Hora: 16h30 (de Brasília)
Árbitra: Andreza Helena de Siqueira (FIFA-MG)
Assistentes: Daniella Coutinho Pinto (BA) e Vanessa Santos Azevedo (SE)
VAR: Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)
Cartões amarelos: Daiane (FER), Day Silva (FER), Naná (SPFC)
Cartões vermelhos: não houve
Gols: Ariel (SPFC), aos 36′ do 1º tempo (0-1); Micaelly (SPFC), aos 42′ do 1º tempo (0-2)
Ferroviária: Luciana; Daiane (Mônica), Luana, Day Silva e Barrinha (Jéssica Soares); Raquel (Ingryd), Suzane e Patrícia Sochor (Mylena Carioca); Aline Gomes (Lelê), Eudimilla e Laryh. Técnica: Jéssica Lima.
São Paulo: Carlinha; Letícia Alves, Mimi (Pardal), Ana Alice e Fê Palermo (Dani); Maressa, Aline (Robin) e Rafa Mineira (Naná); Mariana Santos, Micaelly (Cacau) e Ariel. Técnico: Thiago Viana.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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