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PCMG indicia professora por estupro de vulnerável na Zona da Mata

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu a investigação e indiciou por estupro de vulnerável uma professora de equitação, de 37 anos, que teria abusado de uma aluna, de 13 anos, em Rio Novo, na Zona da Mata.

A mulher foi presa preventivamente no último dia 4 de setembro, e as investigações da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher em Juiz de Fora apontaram que os abusos aconteciam na casa da investigada e no haras, em Rio Novo, onde as aulas aconteciam.

Em agosto, a PCMG cumpriu mandado de busca e apreensão na residência da investigada e apreendeu um aparelho celular. A perícia constatou diversas mensagens de cunho sexual da professora para a aluna.

A ação foi coordenada pela delegada Carolina Magalhães com o apoio da equipe de policiais civis da Delegacia Regional em Barbacena.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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