Polícia
PCMG incinera cerca de 700 quilos de maconha em Muriaé

Mais de 700 quilos de maconha foram incinerados pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na manhã desta quinta-feira (28), na zona rural de Muriaé.
Ao todo, 826 tabletes de maconha foram apreendidos na operação Fronteira, realizada no dia 1º de setembro. Na ocasião, um caminhão tentou fugir de uma abordagem da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal, próximo à comunidade de Divisório. Após perseguição, o veículo com a droga foi interceptado em um sítio, às margens da BR-356.
Além do caminhão e das drogas, foram apreendidas duas motocicletas e dois carros. Segundo a apuração, as oito pessoas presas estavam envolvidas no tráfico de drogas entre o estado Paraná e Muriaé.
A ação contou com a presença de autoridades do Ministério Público, vigilância sanitária, do delegado Glaydson Ferreira e investigadores.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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