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PL propõe medidas para apoiar municípios vítimas de turismo excessivo

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Dar apoio aos municípios afetados pelo chamado “overtourism”, termo em inglês para definir o turismo excessivo, que é o impacto do turismo em um destino, ou em partes dele, pela grande circulação de pessoas, que influencia excessivamente de maneira negativa na percepção de qualidade de vida dos cidadãos e/ou da qualidade das experiências dos visitantes. Esse é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 146/23, do deputado Doutor Jean Freire (PT).

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Em reunião nesta quarta-feira (4/10/23), a Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou parecer favorável à proposição, que seguirá agora para análise das comissões de Desenvolvimento Econômico e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário.

Outra proposição, o PL 363/19, do ex-deputado Carlos Pimenta, tramita anexada à proposta devido ao conteúdo semelhante.

De acordo com o parecer aprovado, o PL 146/23 busca instituir uma política de apoio aos municípios afetados por grande circulação de pessoas em virtude de bens do Estado presentes nele. Na Comissão de Assuntos Municipais, ele teve como relator o deputado Leleco Pimentel (PT), que opinou pela aprovação da matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1), que faz diversos aperfeiçoamentos na proposta.

É o caso, por exemplo, conforme esclarece o parecer aprovado, de substituir o foco da política na grande circulação de pessoas para o turismo como objeto central, termo é mais abrangente. Foi incluído ainda um novo princípio: a participação da comunidade local no planejamento e na tomada de decisões relacionadas ao turismo, para assegurar que seus interesses e preocupações sejam considerados.

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Além disso, conforme o parecer, são acrescentados três novos objetivos ao projeto:

  • apoiar programas de saneamento ambiental;
  • desenvolver o planejamento participativo das ações, programas e processos nas comunidades onde estão localizados os parques estaduais, hotéis e balneários do Estado;
  • fomentar o turismo comunitário, com vistas a valorizar a cultura local e gerar benefícios econômicos diretos para a comunidade.

O parecer aprovado esclarece que, na forma original, o objetivo do PL 146/23 é criar uma legislação que apoie os municípios afetados por grande afluxo de pessoas que se dirigem a parques, hotéis e balneários de titularidade estadual. Para tanto, propõe alguns princípios e objetivos.

Um desses objetivos é reverter parte da receita dos parques estaduais, hotéis e balneários do Estado para manutenção, conservação, limpeza e melhoria da qualidade das estradas de acesso, bem como para o desenvolvimento da localidade onde o bem esteja inserido. A proposta torna obrigatório que 30% da receita gerada por esses empreendimentos seja revertida aos municípios onde eles estão instalados.

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O parecer aprovado ainda lembra que o tema é uma preocupação que afeta vários destinos turísticos no mundo. Relatório de 2018 da Organização Mundial do Turismo (OMT) visa ajudar a gerir os crescentes fluxos de turismo urbano e o seu impacto nas cidades e nos residentes.

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“Várias cidades ao redor do mundo têm experimentado problemas com o overtourism e, como resposta, têm implementado uma série de medidas para mitigar seus impactos negativos”, lembra Leleco Pimentel, em seu parecer.

Um exemplo disso, segundo o parecer, é a cidade italiana de Veneza, que implementou uma taxa de entrada para turistas que visitam a cidade por um dia. Em várias cidades europeias, também, as visitas a monumentos naturais ou a maravilhas arquitetônicas vêm sendo monetizadas.

O parecer também destaca estudo da Fundação João Pinheiro divulgado em agosto último que aponta que o setor de turismo dobrou sua participação na economia mineira em uma década. Segundo a instituição, o Valor Adicionado Bruto (VAB) do turismo passou de R$ 10,8 bilhões, em 2010, para R$ 20,2 bilhões, em 2020, ano afetado pela pandemia de Covid (em 2019 havia atingido a marca de R$22,3 bilhões).

E, em análise anterior do PL 146/23, conforme lembra o mesmo parecer, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) também deu aval à proposta com o acréscimo de uma emenda, incorporada agora no novo texto, para que não seja invadida a competência do Executivo.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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