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Prefeituras devem ficar atentas a prazo para acessar recursos da saúde

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Prefeituras mineiras têm até o dia 30 de novembro de 2023 para encaminhar ao Governo do Estado as informações e documentos necessários para acessarem os recursos da saúde remanescentes de exercícios anteriores. São verbas que estão paradas nos cofres municipais por questões burocráticas, mas que poderão ser utilizadas graças à Lei Complementar 171, aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em maio deste ano.

A norma foi regulamentada pelo Decreto 48.671, do governador Romeu Zema, e o detalhamento das ações necessárias para a liberação dos recursos está na Resolução 9.027, da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Como os formulários exigem muitas informações detalhadas e há uma série de procedimentos a serem observados, os gestores municipais do Sistema Único de Saúde (SUS) devem ficar atentos para não perder o prazo estipulado para encaminhar a documentação.

Lista

Para utilizar os recursos da saúde remanescentes de exercícios anteriores, os municípios precisam aderir ao programa de transposição e transferência dos saldos constantes e financeiros. Também são beneficiados pela Lei Complementar 171 os consórcios públicos de saúde, que deverão seguir procedimentos semelhantes aos das prefeituras.

Alerta

Os municípios e consórcios têm que demonstrar a necessidade de fazer a realocação dos recursos repassados pela SES. Assim, eles precisam comprovar que é impossível executar o programa que havia sido proposto ou que a ação que seria financiada com os recursos estaduais não é mais necessária.

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Para aderir ao programa, primeiramente municípios e consórcios terão que formalizar um termo de compromisso com a SES. Depois disso, será necessário preencher um formulário de levantamento de saldos. Em seguida, será preciso preencher um formulário de planejamento de realocações. Depois que esses dois formulários estiverem completos, será gerado automaticamente um plano de transferência e transposição.

As obrigações dos municípios perante a SES são dar ciência desse plano ao Conselho Municipal de Saúde e comprovar a inclusão dos recursos realocados na sua Programação Anual de Saúde e na sua Lei Orçamentária Anual.

No caso dos consórcios públicos, as exigências são dar ciência do plano ao Conselho Municipal de Saúde do município-sede, aprová-lo na assembleia geral do consórcio e incluí-lo no orçamento do consórcio.

Depois que todas essas etapas forem cumpridas, os documentos comprobatórios devem ser encaminhados para a SES até o dia 30 de novembro, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) ou do Sistema de Gerenciamento de Resoluções Estaduais de Saúde (Sigres).

Uma vez que estiverem aptos, os municípios e consórcios têm prazo para acessar os recursos. Os saldos financeiros têm que ser executados até o dia 31 de dezembro de 2025. Já os saldos constantes precisam ser executados no prazo de 24 meses após o recebimento dos recursos.

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Os gestores da saúde também precisam ficar atentos à prestação de contas do programa de transposição e transferência dos saldos constantes e financeiros. Os municípios devem elaborar um relatório anual de gestão. Já os consórcios, além de fazer esse mesmo relatório, também precisam realizar uma assembleia geral.

Alerta

Lei é resultado do trabalho da ALMG

A Lei Complementar 171 teve origem no Projeto de Lei Complementar 18/23, que é de autoria coletiva de 40 parlamentares e tem como primeiro signatário o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB). Ele destaca que a norma viabiliza a utilização de recursos para a saúde que estão parados nos cofres municipais por questões burocráticas.

Citação

O dinheiro que estava parado no caixa das prefeituras, mas que não podia ser utilizado, poderá viabilizar várias obras na área da saúde, como construção e reforma de unidades básicas de saúde e hospitais. A liberação dos recursos também vai viabilizar investimentos em procedimentos de média e alta complexidade e compra de equipamentos, por exemplo.

Mais informações sobre a operacionalização das transposições e transferências de recursos podem ser obtidas com a Secretaria de Estado de Saúde.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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