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Avança projeto sobre atenção à saúde das pessoas com doença falciforme

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) emitiu, nesta quarta-feira (19/10/23), parecer de 1º turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 816/23 que originalmente institui a Política Estadual de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e Outras Hemoglobinopatias.

O PL 816/23, de autoria da deputada Macaé Evaristo (PT), teve como relator o deputado Arlen Santiago (Avante), que preside a comissão, e opinou pela sua aprovação por meio de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 2).

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Em seu parecer, o relator explicou que esse novo texto mantém entendimento da Comissão de Constituição e Justiça que corrigiu dispositivos que invadiam o campo de atuação do Executivo. Além disso, o substitutivo nº 2 alinha os objetivos e as diretrizes da atuação do Estado com as diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e Outras Hemoglobinopatias, estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

Dessa forma, o texto passou a dispor sobre a atenção integral à saúde das pessoas com doença falciforme (alterações dos glóbulos vermelhos) e outras hemoglobinopatias no Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, conforme explicou, o texto manteve a data comemorativa de 20 de março como dia estadual de conscientização sobre a síndrome da anemia falciforme.

De acordo com o projeto, na atenção integral à saúde desse público, serão implementadas medidas como acesso ao exame diagnóstico de doença falciforme e outras hemoglobinopatias, prioritariamente para recém-nascidos, cobertura vacinal, fornecimento de medicação, aconselhamento genético e orientação sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar, entre outros.

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O projeto também estabelece diretrizes como incentivo à realização de ações de educação permanentes destinadas a profissionais de saúde, à realização de convênios com universidades, visando ao desenvolvimento de pesquisas sobre a doença falciforme e ao desenvolvimento de bancos de dados para subsidiar as ações destinadas à atenção à saúde dessas pessoas.

Desenvolvimento de vacinas

Outra proposição analisada em 1º turno foi o PL 135/23, de autoria do deputado Doutor Jean Freire (PT), que originalmente acrescenta dispositivo à Lei 23.631, de 2020, a qual dispõe sobre a adoção de medidas para o enfrentamento do estado de calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19.

O objetivo é incluir na norma diretriz para criação de fundo com a finalidade de estimular pesquisas para o desenvolvimento de vacinas, fármacos, equipamentos e tecnologias destinados ao combate à Covid-19, cujos beneficiários sejam preferencialmente entidades que realizem pesquisas na área.

O relator, deputado Arlen Santiago, foi favorável ao projeto conforme sugerido pela Comissão de Constituição e Justiça (substitutivo nº 1).

O substitutivo nº 1 propõe que a referida diretriz seja acrescentada à Lei 23.787, de 2021, que garante no Estado a vacinação contra o Sars-Cov-2, causador da Covid-19. Isso porque a Lei 23.631, embora esteja em vigor, está com seus efeitos suspensos, uma vez que o estado de calamidade pública em função da pandemia se encerrou.

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As duas proposições podem seguir para análise da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, antes de irem a Plenário em 1º turno.

Comunicação sobre maus-tratos contra pessoa com deficiência

Também foi analisado, em 1º turno, o PL 3.231/21, do ex-deputado Glaycon Franco, que originalmente determina que os hospitais, clínicas e postos de saúde que compõem a rede pública comuniquem formalmente ao Ministério Público casos de vestígios de maus-tratos contra a pessoa com deficiência.

O relator, deputado Arlen Santiago, foi favorável à matéria na forma de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 3). A matéria já pode seguir para análise do Plenário em 1º turno.

O substitutivo nº 3 insere na Lei 13.799, de 2000, que dispõe sobre a política estadual dos direitos da pessoa com deficiência, diretriz relativa ao incentivo à implementação de medidas de prevenção e combate à violência contra a pessoa com deficiência, entre elas a notificação compulsória pelos serviços de saúde, nos termos de legislação pertinente.

O parecer lembrou, em seu parecer, que a Lei Federal13.146, de 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, já determina que casos de suspeita ou de confirmação de violência praticada contra a pessoa com deficiência serão objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade policial e ao Ministério Público, além dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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