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PCMG celebra formatura de 459 policiais e servidores administrativos

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Divulgação/PCMG

A manhã desta quarta-feira (8/11) foi marcada pela solenidade de formatura dos 459 novos policiais e servidores administrativos da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Ao todo, 447 formandos das carreias de delegado, investigador, escrivão, médico-legista e perito criminal concluíram o Curso de Formação Técnico-Profissional, e 12 analistas e técnicos assistentes, o Curso de Preparação para o Exercício da Função Administrativa. A cerimônia foi realizada no Chevals, em Belo Horizonte.

Os cursos, ministrados pela Academia de Polícia Civil de Minas Gerais (Acadepol), tiveram como base o programa curricular da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Ao longo dos estudos, os formandos foram apresentados à construção de conhecimentos pertinentes ao campo de atuação técnica e humana na área da segurança pública.

Cerimônia

Em discurso, a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, destacou a importante missão dos novos policiais e servidores administrativos com o povo mineiro e reforçou a necessidade de inserção em ciclos de capacitação e educação continuada, visando à prestação de um serviço cada vez mais qualificado. “A sociedade mineira os tem e os continuará tendo como motivo de orgulho e exemplo de coragem, honra e dignidade, em face de tal compromisso assumido”, disse Gamboge aos 459 novos servidores.

Em nome dos formandos, o escrivão Tiago Henrique de Araújo Rodrigues proferiu o juramento e, em seguida, a diretora da Acadepol, delegada-geral Yukari Miyata, declarou-os aptos para o exercício das funções policiais e administrativas. “Com coragem, determinação e ética profissional, vocês [policiais e servidores administrativos] desempenharão tarefas e enfrentarão desafios que muitas vezes não serão compreendidos por alguns. Mesmo assim, não posso deixar de reforçar que devemos continuamente proteger nossos cidadãos com dedicação e integridade”, ressaltou Yukari.

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Ainda durante a cerimônia, foram homenageados o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho (paraninfo das turmas); a presidente do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, desembargadora Mônica Jaqueline Sifuente (patronesse das turmas); a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Baptista Gamboge Reis; a chefe adjunta da PCMG, delegada-geral Rita de Cássia Januzzi; a diretora da Acadepol, delegada-geral Yukari Miyata; o diretor adjunto da Acadepol, delegado-geral Marcelo Carvalho Ferreira; e o coordenador administrativo da Acadepol, delegado-geral Horivelton Cabral Ribeiro.

Medalha Gilberto Porto

A Medalha Gilberto Porto, instituída pelo Decreto 11.579/69, tem como objetivo premiar os alunos que mais se destacaram ao término de seus respectivos cursos.

Receberam a comenda os delegados Paulo César Sousa Oliveira (grau bronze), Bruno Lopes Testa (grau prata) e Lucas Terrão Maddalena Pepe (grau ouro); os investigadores Antônio José Gomes Júnior (grau bronze), Ana Karolina Freitas Vieira (grau prata) e Felipe Soares dos Santos (grau ouro); os escrivães Dâmaris Priscila Fagundes Dornela (grau bronze), Henrique Faria Dias Batista (grau prata) e Nayara Caroline Roque (grau ouro); os médicos-legistas Gustavo Antônio Mendes (grau bronze), Ellen Cristina Alves Leal (grau prata) e Caio Cabral de Araújo Martins (grau ouro); e os peritos criminais Flávio Augusto Machado (grau bronze), Lucas Ribeiro Gomes da Silva (grau prata) e Fabiana Pereira Lasmar (grau ouro).

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Entre os servidores administrativos, foram homenageados os analistas Tifane Júlia Franco de Castro (grau bronze), Michelle Maria Oliveira (grau prata) e Luma de Morais Amorim (grau ouro); e os técnicos assistentes Paulo Henrique de Assis (grau bronze), Bruna Queila Coelho Bezerra Souza (grau prata) e Andressa de Oliveira Fardine (grau ouro).

Presenças

Participaram da solenidade a corregedora geral de Polícia Civil, delegada-geral Elizabeth de Freitas Assis Rocha; o superintendente de Investigação e Polícia Judiciária, delegado-geral Júlio Wilke; o chefe de Gabinete da Polícia Civil, delegado-geral Frederico Raso Lopes Abelha; o superintendente de Informações e Inteligência Policial, delegado-geral Antônio Junio Dutra Prado; o superintendente de Planejamento, Gestão e Finanças, delegado-geral Hugo e Silva; o delegado Assistente da Chefia da Polícia, delegado-geral Aloísio Daniel Fagundes; o superintendente de Polícia Técnico-Científica, médico-legista Thales Bittencourt de Barcelos; a inspetora-geral de Escrivães de Polícia, escrivã de polícia Luciene Cardoso Murta Vilela; o inspetor-geral de Investigadores de Polícia, investigador de polícia Cláudio Rosa David; dentre outras autoridades.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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