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Trio é preso por furto de maquinário agrícola avaliado em R$ 8 milhões

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, na última quarta-feira (14/11), a operação Minerva, nas cidades de Ituiutaba, Iturama e Frutal, no Triângulo Mineiro, e nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, incluindo Ponta Porã, divisa com o Paraguai, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa que aplicava golpes com a venda de maquinários agrícolas, na capital e outras cidades do interior de Minas Gerais. O prejuízo é avaliado em aproximadamente R$ 8 milhões.

Na ação, três suspeitos, de 34, 37 e 44 anos, foram presos em cumprimento de mandados de prisão, e 16 locais foram alvos de mandados de busca e apreensão. Diversos materiais, dentre eles celulares, notebook e documentos foram arrecadados.

Segundo o delegado Gustavo Barletta, as investigações iniciaram há seis meses pelos policiais da 2ª Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto e Roubo, pertencente ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), após a denúncia do furto de um trator agrícola avaliando em R$ 1,5 milhão, subtraído por estelionatários de uma empresa de locação localizada em Belo Horizonte. “Em levantamentos, os investigadores apuraram que o maquinário estava sendo transportado para o estado do Mato Grosso”, esclareceu o delegado, acrescentando que outros maquinários foram subtraídos e comercializados ilegalmente com a venda para diversas localidades.

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O chefe do Departamento, delegado-geral Felipe Freitas, reforçou que o objetivo da operação foi desmantelar uma, dentre outras organizações criminosas, especializadas nessa modalidade criinosa, causando prejuízos milionários.

O chefe da Divisão Operacional, delegado João Prata, ressaltou que esta foi apenas uma das fases das investigações, que prosseguirão para identificar e prender os outros integrantes da organização criminosa.

A operação contou com o apoio de policiais civis das cidades de Ituiutaba, Iturama e Frutal, em Minas Gerais, e da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron/PCMS), em conjunto com os demais policiais civis do Depatri. Nas cidades de Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul, e Rondonópolis, Mato Grosso, as ações foram realizadas pelos policiais civis locais.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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